sábado, novembro 21, 2015

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O Dízimo já era...










Por Hermes C. Fernandes


Muito se tem discutido sobre a legitimidade do dízimo durante o regime da Nova Aliança. Para muitos, com o fim da Lei, encerra-se também a obrigatoriedade do dízimo. Vamos deixar as paixões de lado, e examinar o assunto com o coração aberto, a despeito de todo abuso perpetrado por líderes inescrupulosos cujo único afã é locupletar-se em cima dos incautos.

De fato, o dízimo figura nas Escrituras Sagradas mesmo antes da instituição da Lei. Portanto, o Dízimo já era praticado muito antes de Moisés receber as tábuas no Sinai. O escritor de Hebreus diz que o patriarca Abraão separou o dízimo de tudo, e o entregou a Melquisedeque, sacerdote de Salém. Nesta passagem é dito que o fato de Abraão lhe haver entregue o dízimo demonstrava o quão grande era Melquisedeque (Hb.7:4). Portanto, tributar-lhe o dízimo de tudo era o mesmo que reconhecer sua superioridade. Abraão, o menor, foi abençoado por Melquisedeque, o maior (7:7).

Ainda não havia templo em Jerusalém, nem mesmo havia sido instituído o sacerdócio levítico, mas isso não impediu que o patriarca entregasse seus dízimos. Portanto, cai aqui a idéia de que os dízimos só valiam enquanto houvesse um templo para ser mantido. O Dízimo já era praticado muitos antes de haver templo em Jerusalém.

Somente séculos depois, com a instituição da lei, os filhos de Levi foram autorizados por Deus a “tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos” (v.5). Neste caso, “recebem dízimos homens que morrem” (sacerdotes levíticos), mas no caso de Melquisedeque, figura de Cristo, “os recebe aquele de quem se testifica que vive” (v.8). Portanto, onde houver sacerdócio, ali também haverá quem receba dízimos.

Alguém poderá objetar dizendo que não há nenhuma palavra sobre o dízimo no Novo Testamento. Ledo engano! O próprio Jesus o endossou ao censurar a hipocrisia dos religiosos de Seu tempo:
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas negligenciais o mais importante da lei, a justiça, a misericórdia e a fé. Devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas” (Mt.23:23).
Mais claro que isso? Impossível. Jesus não os censurou por darem o dízimo, e sim por omitirem aspectos mais importantes da lei. Deveriam ser zelosos tanto na entrega do dízimo, quanto na observação da justiça, da misericórdia e da fé. E repare quão detalhistas eles eram. Davam o dízimo até do tempero da comida!

Pode até parecer legalismo de Sua parte, mas Jesus declarou que se a nossa justiça não excedesse a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entraríamos no reino dos céus (Mt.5:20).

A graça nos ensina a ir muito além do dízimo!

Por que Paulo e os demais apóstolos não precisaram ensinar sobre o dízimo? Porque para os cristãos primitivos, dar o dízimo era fichinha. Eles aprenderam a ir muito além do dízimo.

Também convém salientar que se os apóstolos fossem contrários ao dízimo, eles teriam combatido-o com a mesma veemência com que combateram a circuncisão (também anterior à Lei). Temos até uma epístola dedicada quase que exclusivamente a combater a circuncisão (Gálatas), mas não encontramos uma única palavra contra a prática do dízimo.

Os mesmos que hoje combatem o dízimo deveriam reconhecer que se o Evangelho chegou até nós, foi graças à fidelidade daqueles que deram muito mais do que o dízimo, patrocinando empreendimentos missionários ao redor do globo.

Entregar 10% de nossos rendimentos é dar o que já é esperado. Jesus nos ensinou a transpor os limites das expectativas que nos são postas.

Veja o que Ele diz sobre isso:
“Se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. E se alguém quiser demandar contigo e tirar-te a túnica deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas” (Mt.5:39b-41).
Este princípio também se aplica à questão das contribuições na igreja. E podemos ver um exemplo disso na segunda epístola de Paulo aos Coríntios, onde o apóstolo dos gentios dá testemunho da surpreendente atitude dos irmãos das igrejas da Macedônia. Devido à sua pobreza, Paulo quis poupá-los de ter que enviar ofertas para a igreja em Jerusalém. Porém eles imploraram para participarem desse privilégio (2 Co.8:4).
“Sua profunda pobreza transbordou em riquezas de sua generosidade. Pois segundo as suas posses ( o que eu mesmo testifico), e ainda ACIMA DELAS, deram voluntariamente (...) E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus” (vv.2b-3,5).
Entregar o dízimo é dar de acordo com a nossa posse.

Uma das coisas que me causam admiração no dízimo é que ele nivela a todos dentro da congregação. Ninguém dá mais, nem menos. Tanto o dízimo de um empresário bem-sucedido, quanto o de uma empregada doméstica têm o mesmo valor, a décima parte.

Porém, somos desafiados pelo Senhor a sermos imitadores das igrejas da Macedônia, transpondo a lei do Dízimo, e dando além de nossas posses.

Interessante que Paulo dá testemunho da generosidade dos Macedônios em sua carta aos Coríntios, e ao mesmo tempo diz que se gloriava da prontidão dos Coríntios perante os Macedônios (9:2). Generosidade e prontidão devem andar de mãos dadas.

Se deixarmos a obra de Deus por último, talvez não sobre nada. Temos que aprender a colocar o reino de Deus em primeiro lugar. Nossas contribuições, sejam a título de dízimo ou de oferta, devem ser preparadas de antemão, e que sejam expressão de generosidade, e não de avareza (v.5).

Muita gente dá o dízimo como o desencargo de consciência. Acham que já estão fazendo muito. O dízimo deve ser considerado o piso, e não o teto de nossas contribuições.

A mesma passagem usada pelos pregadores para exortar a igreja a ser fiel nos dízimos, também menciona outro tipo de contribuição que estava sendo sonegado. Repare no que diz a passagem em questão:
“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas” (Ml.3:8).
Nem todo mundo está devidamente familiarizado com a expressão “oferta alçada”. A maioria de nós nem sequer ouviu falar disso. Oferta alçada é qualquer oferta cujo valor exceda o valor do dízimo.

O que os cristãos macedônios estavam fazendo era cumprir este mandamento. Oferta alçada é aquela que vai além de nossas posses.

O Dízimo é o mínimo que um cristão pode fazer pela manutenção das obras realizadas pela igreja.

Dele dependem aqueles que vivem do Evangelho. Ministros que se dedicam integralmente à igreja, e quem têm filhos para criar, aluguel de casa para pagar, contas, compras, etc. Alguns são obrigados a cumprir jornada dupla, porque a igreja não atende às suas necessidades. Não há nada de mal nisso. O próprio Paulo teve que fazer tendas para garantir sua subsistência por um tempo. O problema é que, ao trabalhar fora, o pastor já não poderá dedicar cem por cento do seu tempo ao rebanho.

O padrão estabelecido pelas Escrituras está claro:
“Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” (1 Co.9:14).
Veja ainda a recomendação de Paulo a Timóteo:
“Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e no ensino. Porque diz a Escritura: Não atarás a boca do boi quando debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário” (1 Tm.5:17-18).
Se as igrejas abolissem os dízimos, e contassem exclusivamente com as ofertas voluntárias, como se manteriam e fariam planos para o futuro?

A vantagem do dízimo é a sua regularidade. Dá para se fazer um planejamento, comprar uma propriedade para igreja, contratar novos funcionários, enviar missionários, etc., porque se tem um orçamento fixo.

A diferença básica entre dar o dízimo na Lei, e entregá-lo voluntariamente na Graça está na motivação com que se faz. O que se faz sob a Lei, se faz por mera obrigação religiosa. Mas o que se faz sob a égide da Graça, se faz por gratidão.

Detesto constatar que a maioria daqueles que dão o dízimo, o faz por medo de um suposto espírito maligno identificado como “o devorador”. Definitivamente, não há demônio ou legião com este nome. O que a Bíblia chama de “devorar” são as circunstâncias adversas sobre as quais não temos poder. Mesmo sabendo que o Senhor repreende o devorador, não deve ser esta a nossa motivação.

Seja a título de dízimo ou de oferta voluntária, tudo o que fizermos deve ser feito por amor e gratidão, jamais por coação ou constrangimento.

Mesmo sendo favorável ao dízimo, não creio que deva ser imposto a ninguém. Se não for voluntário, fruto de uma consciência grata e dependente de Deus, simplesmente não tem valor algum. Considero abominável o tipo de exposição feita em algumas igrejas para forçar seus membros a dizimarem. Listas com os inadimplentes são colocadas no mural. Membros são proibidos de participarem da Ceia, caso não estejam em dia com o dízimo. Alguns são até excluídos. Daí a ojeriza que muitos têm contra o dízimo. E não lhes tiro a razão. Todavia, há que se buscar um equilíbrio. Ninguém deve dizimar por medo ou por interesse, mas unicamente por amor. Sem neuroses. Sem culpa. Sem imposições. Só amor e nada mais. 

E se você prefere não dizimar, tudo bem. Mas não julgue quem o faça em amor. Lembre-se que para que o Evangelho chegasse a você, muitos que vieram antes foram fiéis em seus dízimos e generosos em ofertar, possibilitando assim que a mensagem fosse divulgada pelo mundo afora. E se você prefere ser um fiel dizimista, não julgue que não o seja. Ame-o. Acolha-o. Não o discrimine, sem se atreva a achar-se melhor do que ele.  

45 comentários:

  1. Olá pr. Hermes. SAleinto que não sou contra a entrega dos dizimos nos dias de hoje, e acho seu fundamento em algumas colocações feitas pelo senhor. Só acho que o texto de Mt. 23:23 não nos legitima a entegar o dizimo, Jesus ao meu ver não está ai abalizando o dizimo, mas usando um exemplo no seu contexto para dar um exemplo. Como fez em Mt.5:23-24:

    "Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta".

    É claro que Jesus não estava legitimando o sistema sacrificial do templo em Jerusalem, mas usa-o como exemplo em sua pregação. Acho que faz o mesmo em Mt. 23:23.

    Abraços eparabens pelo sempre ótimo blog.

    Joelson Gomes
    http://gracaplena.blogspot.com

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  2. A Lei foi extinta após a morte de Jesus, e não após seu nascimento. Tendo em vista que a Nova Aliança se fez pelo sangue de Cristo. (conforme Hb 8.13, Gl 2.21, Gl 3.13)

    Não estou querendo invalidar o dízimo, até porque é uma responsabildiade moral de cada cristão ajudar no sustento de sua congregação.
    O que sou contra é tornar o dízimo como uma Lei na nova aliança, o que ele não o é. Na nova aliança temos apenas este mandamento de Cristo: Jo 15.12 (O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.)
    e ainda Gl 6.2

    No exemplo que o nobre irmão utilizou, Jesus ainda estava falando de dentro da Antiga Aliança, e estava usando um judeu para isso. Portanto, como Ele mesmo disse, ele não havia vindo para abolir a Lei, mas para cumprí-la.

    Que todos os cristãos entendam que o dízimo é uma benção, é a oportunidade de contribuir com o maior projeto do universo: A Igreja (noiva) de Cristo.

    Que Deus abençoe!

    Abraços,
    Vinicius Morais
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    http://refletindoagraca.blogspot.com/

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  3. Caramba, muito bom isso, não conhecia o seu trabalho, muito menos a sua pessoa, falou tudo, e parabéns pelo trabalho que vc faz para a igreja de Cristo.

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  4. Parabéns pelo texto!

    Se desejarmos ver nosso dinheiro e nossos bens santificados e abençoados, a primeira coisa a fazer é reconhecer em Deus o verdadeiro dono de todas as coisas. Nada é nosso! Do Senhor é a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam (Sl 24:1). Somos apenas os mordomos Deus nos entregou os seus recursos para que cuidemos deles. E, nossa incumbência é administrá-los com sabedoria e dedicação, pois, um dia, vamos lhe prestar contas de nossa administração. O desejo de Deus é que usemos o que entregou, para o avanço de seu reino e ajuda aos necessitados. Esse princípio é libertador!

    Quando o entendemos, nossa atitude diante do dinheiro muda radicalmente e encontramos uma motivação mais legítima para adquiri-lo. Sendo mordomos, devemos ser generosos em ajudar os que precisam. Sendo mordomos, devemos ser fiéis a Deus. Não devemos nos esquecer de devolver a parte que lhe cabe.

    Entreguemos os dízimos e as ofertas como expressão de gratidão. Ele promete retribuir nossa liberalidade abrindo as comportas do céu e derramando benções sem medidas (Ml 3:10).

    Creia nisso, meu irmão! Honre ao Senhor com os seus bens e com as primícias de toda a sua renda. (Pv 3:9)

    Devolver os dízimos, além de ser bíblico, conforme o próprio texto descreve, é um ato de fé, é uma ato de amor. De amor a Deus, como gratidão pelo sacrificio que Ele fez, e amor ao meu próximo que, pelos recursos doados, ouvirá de algum missionário a palavra da Salvação. E mais ainda, é um privilégio que Deus nos concede.

    Falo de mim agora como testemunho:

    Sou fiel nos dízimos e ofertas, desde o primeiro dia em que me converti entendi a sua importancia na igreja. Reconheço que tudo o que tenho foi o Senhor que me deu. Não sou rico, mas sou próspero no Senhor.
    Ele nunca me deixou faltar nada e ainda me ensina como adminstrar bem os 90% restantes.

    Excelente texto Hermes - com certeza vai para o PC@maral agora rsrsrsrs

    Que Deus abençoe a todos.

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  5. Texto muito exclarecedor pr. Hermes. Tão importante quanto combater os absurdos ensinados sobre a contribuição financeira nos dias de hoje, o que em muitos casos é uma verdadeira exploração herética, é ensinar as verdades bíblicas sobre o assunto. Sugiro que post no Genizah também, para aprofundar o debate.

    No amor de Cristo,
    Marcos Paulo Correia.

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  6. Anônimo3:48 PM

    DEVEMOS CONTRIBUIR PARA A PROPAGAÇÃO DO REINO E A DESPESA COM O TEMPLO.O LIVRO DE MALAQUIAS FALA DE QUEM NÃO DAR O DIZIMO VEM O DEVORADOR E COME TUDO. MAIS O MESMO LIVRO CONDENA O DIVORSIO E OUTROS PECADOS, MAIS ELE SÓ É USADO PARA METER MEDO COM O TAL DEVORADOR.

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  7. Excelente texto!!!

    O critério que deve nos guiar em nossa contribuição financeira não é o do dízimo ser uma Lei. Antes devemos nos guiar pelo critério da justiça. E, infelizmente vemos gente deixando o dízimo não para praticarem uma justiça maior do que a dos fariseus, mas para ficar aquém deles.

    Nem todos se dão conta que Jesus se interessa por nossas ofertas. Não foi à toa que Ele sentou-se em frente do lugar onde eram colocadas as contribuições, e observava a multidão colocando o dinheiro nas caixas de ofertas. Foi ali que Ele viu a viúva que ofertou apenas duas moedas, e Ele fez questão de dizer: "Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver" (Mc. 12:44).

    Que Deus dirija nossos corações em toda generosidade e liberalidade em nossas contribuições.

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  8. bp hermes,

    faz tempo que nao lia algo tão lucido e sem carregar "paixoes", dizimo e oferta ainda sao assuntos cheios de tabus e usados como moeda de troca dentro das igrejas.
    muito edificante e esclarecedor!

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  9. Sobre o dízimo falta justamente o que abordaste. Longe de ser uma obrigação é um ato de gratidão, amor. É o mínimo que fazemos. Sendo mais enfáticamente ensinadas que o amor à Deus e sua obra deve motivar nossa postura, certamente teríamos um maior investimento no Reino e menos doutrinas espúrias envolvendo o dinheiro.

    Graça e Paz!

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  10. Amei o artigo!! Difícil hj em dia alguém ter coragem de defender o dízimo publicamente.
    Tb fiz isso no meu blog a um tempo atrás.... Se quiser,de uma olhadinha aqui http://firmesnapalavra.blogspot.com/2010/10/o-dizimo-e-eu.html?m=1

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  11. Sergio9:56 AM

    Não sou contra o dizimo, mas eu não teria coragem, se pastor fosse, pegar uma nota de R$ 50,00 dado por uma irmã pobre que ganha R$ 500,00 e gastar em um restaurante caro, por exemplo.

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  12. Caro Sergio,

    O pastor, como qualquer outra atividade, recebe remuneração à título de prebenda. Ele não embolsa o dízimo de ninguém. O dinheiro que entra na igreja é contabilizado, e usado para as despesas da mesma, incluindo aluguel ou reforma do templo, luz, água, o salário dos funcionários e do pastor.

    Cabe ao pastor usar sua prebenda da melhor maneira possível, não prodigamente, pois deve ser exemplo para os fiéis. Isso não significa que ele não tenha o direito de ir a um restaurante, ou tirar férias com a família, ou coisa parecida, desde que prebenda seja suficiente para isso.

    A maior parte dos pastores tem que trabalhar fora da igreja, pois a ajuda de custo que recebe não é suficiente.

    Geralmente, o que vêem à mente de muitos é a vida nababesca vivida por alguns pastores, principalmente os midiáticos.

    Obrigado por seu comentário.

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  13. Sugiro a leitura destes dois artigos do: Voltemos ao Evagelho(Não é vírus irmãos, se preferirem vá direto ao site e faça a busca pelo tema: O DÍZIMO É VÁLIDO NOS DIAS DE HOJE?), para um contra ponto. Muito interssante, pois nos dá uma outra nuance a partir dos mesmos textos usados pelo Pastor Hermes.

    http://voltemosaoevangelho.com/blog/2010/06/pve-o-dizimo-e-valido-nos-dias-de-hoje/

    http://voltemosaoevangelho.com/blog/2010/06/pve-o-dizimo-e-valido-nos-dias-de-hoje-2/

    Soli Deo Gloria!

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    1. Mt bem lembrada irmã, já havia visto esse post, mas não lembrava onde, mt esclarecedor!

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  14. Anônimo5:40 PM

    ABRAÃO DEU O DÍZIMO DE TUDO ? ESCRAVOS ERAM BENS E NÃO ERAM DADOS COMO DÍZIMO. ESPÓLIO. É DO ESPÓLIO QUE ABRAÃO DIZIMOU.

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  15. Se Malaquias 3.10 continua vigorando, onde as santas escrituras nos autorizou a alterar a prática do dízimo conforme prescrita pela lei de Moisés?

    Se queremos cumprir o que o Profeta Malaquias pregava? Voltemos então para o pentateuco, pois é lá, somente lá, é que existe toda uma legislação de como dar o dízimo corretamente.

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  16. Pastor, por favor me esclareça uma coisa. Deve o membro ao dizimar se identificar? Pois algumas pessoas dizem que não se identificam para que o pastor não saiba quanto elas ganham.

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  17. Gostaria de saber se o membro de uma igreja ao dizimar deve se identificar ou nao? Pois algumas pessoas dizem que não se identificam para que o pastor não saiba quanto elas ganham.

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  18. Cada igreja tem suas próprias regras quanto a isso. Mas acho que a Bíblia não apresenta razão para o que dízimo seja identificado. Quem deve identificá-lo é Deus, a quem o dízimo é tributado.
    Porém, acho que deve haver confiança recíproca entre o pastor e o membro da igreja.

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  19. Tenho uma opinião parecida, acho que sua última frase resume por completo o artigo: Seja a título de dízimo ou de oferta voluntária, tudo o que fizermos deve ser feito por amor e gratidão, jamais por coação ou constrangimento.

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  20. Anônimo5:52 PM

    Mas e os gentios? Eles não tinham o costume de entregar o dízimo...e já que deles não era cobrada a circuncisão, também não poderia ser cobrado o dízimo que era um costume judeu. E não temos mais sacerdotes, graças ao sacrificio de Cristo, não precisamos mais de alguem q ofereça sacrificio por nós logo se não há sacerdote, não há dizimo!

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  21. Anônimo6:13 PM

    Pessoal dá quem quer dar e quer cooperar na obra de Deus.
    Se diz dízimo ou ofertas se é para obra de Deus é bem vindo e temos que ajudar na obra de Deus pois o mundo vive de dinheiro sem ele nada podemos fazer.
    A igreja física precisa de dinheiro para cobrir suas dispesas, como voce também precisa de dinheiro para sobrevier, e no AT os dízimos era para manuntenção do sustento dos Sacerdotes e Levitas
    Não entendo esta mentalidade que está dando dízimo para o pastor ficar rico, se vc não dá para a igreja, vc dá para o mundo em bebidas, mulherada, prostituição, futebol etc.
    Então que mentalidade é está errada?
    Se o pastor está roubando da igreja, lá tem o conselho deliberativo que é obrigado a fiscalizar tudo, se não está acontecendo isto? é culpa sua mesmo que não fiscalizar.
    O membro de igreja tem todo direito de saber para onde vai o dinheiro dos dízimos e ofertas, e a igreja é obrigada a dar o relatório das despesas, é obrigação de vc saber disto, e a maioria dos que reclama não faz isto, e depois mete a lenha em pastor que está roubando, se está roubando vc é culpado disto, fiscalize! Existe na igreja o Conselho Deliberativo para isto esclarecer dúvidas e apresentar relatórios de contas e gastos da igreja.
    Peça na sua igreja que eles te dão! Não é assim não!
    Dentro das igrejas tem pessoas que frequentam e são membros sendo eles Juizes de Direito, Promotores de Justiça, Desembargadores da Justiça, Deputados, advogados, médicos etc será que eles são trochas por dar dízimo? Será que eles não fiscalizam a igreja não? Claro que sim! Não tem idiota não!
    Quem não dá o dízimo para sustento da obra de Deus, dá para o sustento do mundo e seus prazeres, na cachaça, etc.Se vc nao dá dízimo e ofertas, o problema é seu meu caro! E não me impeça a mim não ok? Dou com alegria não só 10% dou 20%, 30% até já dei dízimo de 50% do meu salário que para mim é oferta, e foi bem empregada na obra de Deus que eu vi.
    Se voc não dá dízimo ofertas seja lá que for, o problema é seu, eu dou e dou com felicidade.

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  22. Raphael2:14 AM

    Tenho muitas objeções à esse texto quero destacar uma. Vc diz "Uma das coisas que me causam admiração no dízimo é que ele nivela a todos dentro da congregação. Ninguém dá mais, nem menos. Tanto o dízimo de um empresário bem-sucedido, quanto o de uma empregada doméstica têm o mesmo valor, a décima parte." Discordo frontalmente. Vamos tomar como exemplo um empresário que recebe R$20.000,00 por mês e uma empregada doméstica que ganha R$678,00 (salário mínimo) mensalmente. É claro que o empresário não vai sentir a menor falta dos dois mil do dízimo, pois ainda lhe sobram dezoito mil. Para a empregada, porém, os R$67,80 a menos farão sim uma falta imensa. Não é à toa que Paulo recomenda que cada um contribua segundo propôs no seu coração. É preciso acabar com essa obsessão pelos 10% na Igreja! Isso não existe!

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    1. Exatamente caro amigo... Que argumento romântico, mas totalmente sem lógica essa de que o dízimo nivela as pessoas. Nem tudo que parece justo promove a justiça...!

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  23. Não existe meta em valor para a obra de Deus em ofertar.
    Devemos dar, contribuir, com alegria, como Disse o apóstolo Paulo, e contribuir o que o desejo do seu coração mandar, pois a obra de Deus não constitui só em 10% não! Dar com alegreia pode ser todo seu dinheiro ou 50%, e vai por aí.
    A obra de Deus não tem valor monetário não! Devemos ofertar o melhor para Deus.
    Esta de 10% era para o VT, mesmo assim os judeus estavam roubando de Deus, sendo o dinheiro que era para os sustento dos Sarcedotes e Levitas era desviado para reformas das casas dos judeus e o povo parou de contribuir na casa de Deus.
    Foi por isto que Maláquias disse que eles roubavam de Deus, isto aconteceu também com o profeta Oséias.
    Esta de por a mão no dinheiro em igrejas e desvia-lo já vem desde do Velho Testamento, não é novidade não!
    Mas não estamos debaixo da lei não! Dai contribui com alegria voluntariamente, não só 10% que muito pouco para Deus, o que ele te dá, nós dá em suas bençãos estes 10% não paga os seus cuidados por nós, e que muitos reclamam.
    A obra de Deus precisa de ajuda financeira sim! Mas contribui com alegria e ofertar com gratidão, pois muitas almas estão sendo salvas por suas contribuições em envios de missionários, e a própria igreja local.
    Problemas de dinheiro todo lugar tem, mas voce deve fiscalizar para este dinheiro ser bem aplicado, então parem de reclamar que pastor está roubando e fiscalize este pastor e pastores.
    É o dever de um membro de igreja fiscalizar a contabilidade da igreja e acompanhar para onde o dinheiro está sendo aplicado.
    Se tiver irregularidade de desvio de dinheiro nas igrejas? Denuncie a Polícia! É dever de todo cidadão fazer isto, de quem está em um delito!

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  24. Anônimo9:06 PM

    Abraao nao deu o dízimo de tudo que ganhou na vida. Deu 10 por cento de uma unica vitória, de um único espólio. Jaco fez um voto, coisa que Jesus nao aprovava. E a biblia nao diz para quem Jaco entregou o dizimo.
    Acho meio forçado achar que o dízimo da lei, de todo e qualquer rendimento e valido para hoje.
    Nem Abraão entregou dízimo de todas as colheitas, mas apenas de um espólio, de uma guerra. Ou seja de coisas que ele roubou de alguem... sei la se isso e aplicável hoje... pelo menos e o que eu li na Bíblia.
    A paz e na busca de entendimento.

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  25. Anônimo9:18 PM

    Relendo Genesis. Parece que Abraão deu dízimo de tudo mesmo e nao do espólio. ... Será que vou mudar de opinião?

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  26. Os cristãos primitivos davam o dízimo no templo judaico ou na igreja?

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  27. O sistema contributivo da Igreja da Nova Aliança não esta no exemplo de Abraão, de Jacó ou no sistema contributivo legislado pela lei de Moisés! O sistema contributivo da Igreja de Cristo é aquele descrito por Paulo em II Coríntios 9.6-8: “Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que tendo sempre em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra."

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  28. Anônimo8:06 PM

    Mas o dizimo deve ser dado por amor e não por ameaça de muitos pregadores. Os que sentem de dar ofertas tbm estão certos, pois nem todos tem como dizimar, quem ganha salario minimo é um absurdo.

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  29. Anônimo7:26 PM

    1)"Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus..."(Mt5.20). 2) Entre outras coisas a "justiça" dos mesmo estava baseada nos dizimos.(Lc 18.9-14. 3)O dizimo era e precisa ser entre outras coisas a justiça social de Deus (Lv 19.9-10;Dt 10.17-20; 14.22,27-29;;26.12-14; 27.19;Jó 31.16; 19,22; NVI Isaias 58.7; Ml 3.4-6,7-18).4)Os beneficiários do dizimo no A.T continuaram com seus direitos garantidos no novo testamento. (Dt 14 .27-29 ;Ml 3.4-6; Mt 23.23; 1 Co 9.10,14; Gl 1.10;6.6; 1 Tm 5.3,5-18; Tiago 1.27). 5)O dizimo é partilha, ou seja repartir o que recebemos de Deus em forma de colheita, hoje nossa colheita de prosperidade (2 Co 8.12-15)
    6)No A.T a partilha é chamada de dízimos, nas cartas apostólicas algo similar é descrito como “sementes” ( Ml 3.7-12;2 Co 9.10).7)Jesus disse aos escribas e fariseus para “não omitir” os dízimos e que os cristão devem execeder a justça dos mesmo o que inclui nos dízimos.( Mt 5.20; 23.23).8) Jesus disse “não omitir” os dízimos. A igreja judaica-crista liderada por Tiago em Jerusalem continuou dizimando, pois continuaram zelosos da lei ( At 21.20 Hb 7). A igreja gentílica cumpriu aos benificiários do dizimo o direito garantido por Deus a receberem suas partes do que era repartido ( 1C 9.10; “as viúvas esperam em Deus”1 Tm 5.5)
    9) o fato de não estarem obrigados a seguir tudo o que determinava a letra da lei não significa que não deveriam cumprir a justiça da lei ( Rm 8.4)
    10) Paulo não os ensinou a serem seguidores da letra da lei, pois a questão era o pecado e assim somente Jesus. A lei tambem trazia condenação, multa imediata, maldição e morte; porem ensinou-os a serem cumpridores dos princípios da lei.( Rm 3.31)
    11) O importante era cumprir as intenções dos mandamentos e assim os mandamentos eram cumpridos mesmo não seguindo a letra da lei(2 Co3.6-18 ;1 Co 7.17-20)
    12)Os mandamentos foram dados com a finalidade de ensinar o povo de Deus a amar a Deus e ao próximo. ( 1 Tm 1.5) Porem mesmo com tantos mandamentos (613) nem sempre ou mais precisamente não atingiam o alvo. Sendo assim Paulo toma o caminho inverso. Ao invez de insinar os gentios que eles estavam obrigados a guardar e praticar toda a lei com seus 613 mandamentos o que o próprio Paulo reconhecia ser impossível, para que com isso aprendessem a amar, resolveu ensina-los a primeiro a amar que naturalmente os mandamentos seriam cumpridos.(Rm 13. 8-10; Gl 5.14)
    13) “Qualquer pois que violar um destes mais pequenos mandamentos, e assim ensinar aos homens, sera chamado o menor no reino dos céus; aquele porem, que os cumprir e ensinar sera chamado grande no reino dos céus.” Mt 5.19

    “...se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus de modo algum entrareis no reino de Deus” (Mt 5.20)
    “...anulamos a lei pela fé, de forma algua antes estabelecemos” Rm 3.31
    “Para que a justiça da lei se cumprisse em nós (por nos NTLH), que não andamos segundo a carne, mas segundo o espirito.” Rm 8.4

    “a circuncisão é nada e a incircuncisão nada é, mas sim a observância dos mandamentos de Deus.” 1 Co 7.18-20

    Cono a justiça do dizimo esta sendo cumprida?(Rm 8.4) Como o mandamento do dizimo esta sendo observado (1 Co 7.18-20)
    Não podemos contribuir de tal forma que os principios do dizimo não estejam sendo cumpridos.
    Muitos cairam no erro de ir contra esta pratica e não entendem que 10 % é o parametro para a aplicação de principioos. A maioria que não usam o parametro biblico da porcentagem decimal ou não ofertam regularmente ou entragam muito menos. Sabendo que Paulo deu um principio importante em 2C 9.6. Jesus disse que os filhos do mundo são mais prudentes referindo a mordomia do que os filhos da luz.(Lc 16.8). Os filhos do mundo usam largamente a ciencia da porcentagem, pois entendem que isso é util. "Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é util..."Isaias 48.17; 2 Tm 3.16
    Deus Abençõe!
    Gregor

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  30. A Paz do Senhor Jesus. Excelente texto!
    Deus continue abençoando o irmão e, sendo de sua permissão, gostaria de repassar este texto em meu blog, o assunto foi muito bem abordado.
    do amigo em Cristo
    Pastor Ismael
    blog - "Aqui eu Aprendi!"

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  31. Interpretar que o dízimo era praticado de maneira comum na igreja primitiva não é apropriado. A igreja primitiva consistia em reuniões de pessoas, e um pregador, cuja suas necessidades eram apenas alimento e moradia. Hoje no atual cenário capitalista é que a igreja possui as diversas obrigações financeiras.

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  32. Amigo Hermes.

    1) Na passagem de Jesus e o dízimo da hortelã, Jesus se referiu a um fato história, passado dos fariseus. Cabe lembrar que naquela época a lei e judaísmo ainda eram a religão vigente. Jesus ainda não havia sido morto, ou tampouco ressuscitado. O véu ainda não havia sido rasgado. A Graça não era disposta a todos. Pegar tal versículo como parâmetro para dízimar no NT não é adequado.

    2) O dízimo era de antes da lei. Mas como forma de gratidão, não obrigação. Era voluntário. O "modus operandi" entre o homem e Deus naquela época era atráves de sacrifício. Essa era a comuniacação. No entanto, o sacrifício já foi pago nos dias de hoje, o Cordeiro de Deus morto na Cruz. Também não serve como parâmetro para dizimar.

    3) No NT, a única obrigação de ofertar se dá atráves de:
    Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.

    2 Coríntios 9:7


    Interpretar que o dízimo era praticado de maneira comum na igreja primitiva não é apropriado. A igreja primitiva consistia em reuniões de pessoas, e um pregador, cuja suas necessidades eram apenas alimento e moradia. Não era necessário dinheiro para nada praticamente. Hoje no atual cenário capitalista é que a igreja possui as diversas obrigações financeiras.

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  33. Anônimo9:40 AM

    tenho pra mim a seguinte opinião entregue seu dizimo , até porque nós como cristãos não ajudamos a igreja nós SUSTENTAMOS ela então eu dou por amor e dou porque amo e se amo não me custa dizimar e ofertar porque quem faz por amor isso NÃO É PESO e sim alegria

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  34. Anônimo11:16 AM

    Após a cruz nao restou nenhuma herança hereditária dos descendentes da tribo de levi,( único sacerdocio autorizado por Deus a tomar dizimos do povo isto é de seus irmãos). em hb 7:4 diz claramente isso que so apenas o sacerdocio levitico tinha essa autoridade. logo adiante no versiculo 12 diz que mudando o sacerdocio necessariamente faz a mudança da lei. pois agora Jesus é o nosso sumo sacerdocio eterno e necessariamente se fez a mudança da lei. pois o sacerdocio levitico e nada podia aperfeiçoar. sendo assim tirado o primeiro antigo testemanto e suas ordenaças aonde inclue os exatos 10%.
    Em mt 23:23, temos que ver o contexto em que foi dito. primeiro que Jesus nao tinha sido crucificado, o veu ainda nao tinha sido rasgado, logo entao ate aquele presente momento permanecia o sacerdocio levitico. so sendo mudado apos a crucificaçao. e ate mesmo nesse contexto Jesus apenas endoça a hipocrisia dos fariseus, de se auto justificarem com seus dizimos e esquecendo-se da misericiordia.
    Por isso Jesus diz: hipocirtas fariseus por que dizimais o hortela o endro e o cominho mas se esquecem o mais importante da LEI. a misericordia e o juizo. por isso Ele diz devieis fazer essas e nao omitir aquelas.
    em mt 5:20 nao se refere exatamente o ato de dizimar, mas sim a nossa justiça de nao sermos hipocritas como os fariseus que se auto justificavam e nao tinha misericordia, por isso que devemos exceder e nao sermos nao so observantes da palavra mas praticantes com amor e misericordia.
    concordo sim com a contribuiçao de amor e alegria para a obra de Deus, mas sendo que essa contribuiçao nao se limita a um grupo ministerial ou a um pastor com o pretexto de primordial e essencial para casa de Deus (igreja feita de tijolo), mas se extende tambem aqueles irmaozinhos la dos ultimos assentos que muitas das vezes passam necessidade e so apenas ouvem de tais detentores de dizimos e ofertas : isso e so uma provaçao seja fiel ate no seu pouco quase nada que seras abençoado. vejamos em at 4:32 a multidão dos FIEIS eram um so coraçao e uma so alma NINGUEM dizia que eram as suas coisas que possuiam, mas TUDO entre eles era comun. nao havia detentor dos bens do povo, mas havia distribuiçao. para o bem da igreja ( corpo de Cristo).
    em tm 5 17-18 Paulo nao diz exatamente do salario monetario, pois se pregamos o evangelho nao e com o fim de digno de salario monetario ou dinheiro. mas sim deve ser com amor e se e feito com amor o nosso maior salario e a conversão e o bem de muitas almas. e essa e a maior dignidade de um obreiro o resultado do seu amor pelas almas.
    resumindo um recado aos pastores descendentes do antigo e caducado sacerdocio levitico. Jesus era carpinteiro homen de dores e experimentados nos trabalhos. vamos trabalhar homens de Deus para ter com o que repartir o pao e com alegria segundo proposto em nossos coraçoes.

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    1. Anônimo4:30 PM

      Seria bom evidenciar que Paulo abdicou.do seu.direito de ter salário. e porquê?

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  35. Anônimo12:33 PM

    esses pastores descendentes da ordem de levi tambem herdaram dos seus fariseus antecessores o voto corba muito criticado por Jesus em que consistia em bens que eram consagrados nao tinha outra finalidade em servir apenas o Senhor e ao seu templo aonde Ele habitava. e acabavam ferindo a Lei de Deus como honrar pai e mae e o proximo por isso Jesus foi radicalmente contra esse voto egoista em que os bens dado ao templo era apenas para servir o templo e nao ajudar pai e mae e aos seus irmaos. ainda que com o preceito que era apenas para honrar o templo aonde Deus habitava. quanto mais agora pastores descendentes de Levi, qual sera o pretexto da ordenança levitica e tomar os dizimos e dizer que e apenas para manuntençao do templo feito por maos de homens e esquecerem de distribuir aos irmaos necessitados aonde Deus verdadeiramente habita

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  36. OFERTA ALÇADA NÃO É DAR MAIS DO QUE O DÍZIMO,
    OFERTA ALÇADA = OFERTA DOADA VOLUNTARIAMENTE.

    Para o estudo ser completo, ninguém lembra de dizer que o dízimo virou comércio hoje e se tornou mais importante do que a saúde espiritual do próprio membro, há igrejas que até mesmo na ceia só podem ceiar os que dizimaram, eu mesmo vi isso acontecer comigo.

    2. O dízimo beneficiava os órfãos e as viúvas,mas hoje só a elite da igreja, o "clero" quer se beneficiar dele, e pior, muitos são pastores ou líderes egoístas, preguiçosos e avarentos.

    3. A igreja primitiva repartia OS BENS ENTRE OS MEMBROS PARA QUE não houvessem pobres entre eles (atos 2); a igreja de hoje NÃO REPARTE O DÍZIMO E AS OFERTAS ENTRE OS MEMBROS MAIS CARENTES, pelo contrário, só entre a "elite" da igreja;

    4. Paulo disse que mesmo tendo o direito de viver da obra ele preferia trabalhar pra não ser pesado aos irmãos. Não vejo pastores e líderes hoje seguirem este princípio ou exemplo, pelo contrário, nem tocam no assunto, falam tanto sobre Paulo mas parecem que nunca leram 1 Coríntios 9:6, 15-19.

    5. Em Romanos 15:20, Paulo diz que ele preferia pregar o evangelho aonde Cristo nunca tinha sido pregado.
    As igrejas de hoje quando crescem, nenhuma tem coragem de ajudar financeiramente outro ministério (concorrente), pelo contrário, quando abastadas financeiramente procuram adornar o templo físico de glória temporal, aumentando-o ou expandindo para grandes centros, geralmente já saturados de tantas igrejas no local - raramente para cidades pobres e carentes do evangelho, ou onde Cristo ainda não foi pregado (como Paulo fazia). Um exemplo disso, é observar que em Romanos 15.26 vemos duas igrejas diferentes se unindo para ajudar a de Jerusalém. Qual cobrador de dízimo lembra desse princípio hoje?

    6. A igreja de hoje investe pouco em missões. seu foco é expandir a si mesma e tornar-se a melhor e mais bela igreja (templo físico) da cidade, - ao invés de ser a mais bem reconhecida por sua generosidade e bom testemunho. Falando ainda sobre missões, deveriam se empenhar pelo treinamento de missionários para regiões carentes como os países muçulmanos e comunistas, ou senão, investir parte de sua renda na vida dos missionários estrangeiros, e não na vida de pastores gordos (Ez. 34:3), relaxados e preguiçosos...

    Com o meu dízimo, eu PATROCINO missionários na África.

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    1. Está certinho amigo...é bem por ai mesmo!

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  37. Anônimo3:09 PM

    A finalidade dos dízimos na bíblia era de manter aqueles que dedicavam todo seu tempo a Deus , tbm as viúvas ,o orfãos ,etc . porem hoje em dia os dízimos são usados para outros fins.

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  38. https://www.youtube.com/watch?v=Uu6re7q5igE

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  39. Anônimo9:44 PM

    Legal esse texto

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  40. Caro Hermes, tenho uma ressalva a fazer:

    Mateus 23:23 não está no contexto do Novo Testamento.

    O testamento somente tem validade após a morte do testador. Hb 9:16-17.

    Logo, Jesus ainda não tinha se entregado à morte, o que corrobora a premissa supracitada.

    Um abraço!

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