segunda-feira, outubro 14, 2013

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Sinceramente, você passaria num teste de fidelidade como este?


Hermes C. Fernandes

Davi não podia imaginar a encrenca em que estava se metendo ao receber sobre a cabeça aquele óleo derramado por Samuel. Mesmo ungido rei, não podia assumir o trono enquanto este estivesse ocupado por Saul. Para evitar um embate com o velho monarca, Davi tornou-se um foragido. Nas duas oportunidades que teve de livrar-se de Saul, preferiu poupá-lo. Não havendo mais lugar seguro para ele em Israel, Davi resolveu exilar-se entre os filisteus. Porém, não estava só. Seiscentos homens, com suas respectivas famílias, o acompanharam.

Agora seu desafio era outro. Teria que provar aos filisteus que não era um agente infiltrado. Dirigindo-se à Áquis, filho do rei de Gate, disse-lhe: “Se achei graça aos teus olhos, dá-me lugar numa das cidades da terra, para que ali habite. Por que razão habitaria o teu servo contigo na cidade real?” (1 Sm.27:5). Em resposta ao seu pedido, recebeu de Áquis a cidade de Ziclague. Enquanto esteve lá, Davi e seus homens pelejaram contra os gesuritas, os gersitas e os amalequitas. Mas quando perguntado contra quem ele havia lutado, Davi respondia que havia dado contra o Sul de Judá, ou contra o Sul de alguma outra parte do domínio dos Israelitas. Desta maneira, conquistava a confiança de Áquis, que pensava: “Fez ele por certo tão aborrecível para com o seu povo em Israel que me será por servo para sempre” (1 Sm.27:12).

Aquele que havia sido o herói de Israel, que derrotara um gigante filisteu com uma funda, agora apelava a uma arma carnal, a mentira, para ser aceito entre seus inimigos.

Áquis, então, resolveu submetê-lo a um último teste de fidelidade:

“Naqueles dias, juntando os filisteus os seus exércitos para a peleja, para fazer guerra contra Israel, disse Áquis a Davi: Fica sabendo que comigo sairás ao arraial, tu e os teus homens. Disse Davi: Então verás o que é capaz de fazer o teu servo. Respondeu Áquis: Por isso eu te nomeio meu guarda pessoal para sempre” (1 Sm.28:1-2). 

Não restava mais dúvida no coração de Áquis. Davi era-lhe fiel. E a prova disso é que estava disposto a lutar contra seu próprio povo para defender seus novos aliados, os filisteus. Quem diria, aquele que havia sido predestinado a ser o rei de Israel, agora recebia a promessa de que seria o guarda-costa oficial do príncipe dos filisteus…

Não há quem traia a alguém, sem que antes traia a si mesmo. O homem segundo o coração de Deus entrava em rota de colisão com os propósitos divinos. Algo teria que ser feito para desviá-lo daquele caminho. Chegava a hora de Deus intervir mais uma vez na História, para que o seu trem voltasse aos trilhos. O texto sagrado diz que “ajuntaram os filisteus todos os seus exércitos em Afeque, e acamparam-se os israelitas junto à fonte que está em Jezreel. Os príncipes dos filisteus foram-se para lá com centenas e com milhares, mas Davi e os seus homens iam com Áquis na retaguarda. Perguntaram os príncipes dos filisteus: Que fazem aqui estes hebreus? Respondeu Áquis: Não é este Davi, o servo de Saul, rei de Israel, que esteve comigo há muitos dias ou anos? Coisa nenhuma achei contra ele desde o dia em que se revoltou, até o dia de hoje” (29:1-3). Mesmo tendo vivido ali por um ano de quatro meses, Davi ainda não se fizera conhecido de toda a Filístia. Embora gozasse da confiança de Áquis, ainda não conquistara a confiança dos demais príncipes. Sua presença ali causava mal-estar em todos. Por isso, os príncipes dos filisteus, indignados, disseram a Áquis: “Faze voltar a este homem, e torne ao seu lugar em que tu o puseste. Não desça conosco à batalha, para que não se nos torne na batalha em adversário (…) Não é este aquele Davi, de quem cantavam nas danças: Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares?” (vv.4a,5).

Não se pode passar uma borracha na história. Mesmo vivendo ali no anonimato, a fama de Davi ainda ecoava. Que mais ele precisaria fazer para provar que era aliado?

Será que Davi sabia que Saul estava à frente do exército de Israel? Será que sabia que Jônatas, aquele com quem entrara em aliança, também estava lá? Mas a esta altura, suas preocupações e prioridades eram outras. Afinal de contas, ele agora tinha uma cidade inteira só pra si. Por que se interessaria pelo trono de Israel? O homem que se negara a usar a armadura de Saul, agora usava uma armadura filistéia. Seu coração acelerado. Sua respiração ofegante.

De repente, ouve dos lábios de Áquis: “Tão certo como vive o Senhor, tu és reto, e a tua entrada e a tua saída comigo no arraial é boa aos meus olhos. Nenhum mal achei em ti, desde o dia em que a mim vieste, até o dia de hoje, mas aos príncipes não agradas. Volta, agora, e vai em paz, nada faças para desagradar aos príncipes dos filisteus” (vv.6-7). Desgostoso, Davi reúne seus homens e bate em retirada. Aparentemente, a oportunidade de demonstrar seu valor aos filisteus escapou por entre seus dedos.

Foram três dias de viagem. Todos pareciam desanimados. Como explicariam às suas esposas e familiares a razão de não terem lutado? Quando chegaram a Ziclague, tiveram uma desagradável surpresa: “os amalequitas com ímpeto tinham dado sobre o sul e Ziclague, e tinham ferido a Ziclague e a tinham queimado a fogo; tinham levado cativas as mulheres e todos os que lá se achavam, tanto grandes quanto pequenos. A ninguém mataram, tão-somente os levaram consigo, e foram o seu caminho” (30:1-2). Os mesmos amalequitas contra os quais Davi pelejou enquanto esteve entre os filisteus, agora aproveitaram sua ausência para irem à forra. Enquanto Davi se preocupava em provar sua lealdade a Áquis, as pessoas a quem realmente devia lealdade eram levadas cativas pelos amalequitas. Davi teve muita sorte, pois se os amalequitas o tratassem da maneira com ele os tratou, não teriam poupado a vida de ninguém.

Exausto da viagem, desesperado com o quadro encontrado, só lhe restou chorar. O texto diz que ele e o povo “alçaram a sua voz, e choraram, até que não houve neles mais força para chorar” (v.4). Até as mulheres de Davi, Ainoã e Abgail, foram levadas. De repente, o choro dá lugar à revolta. O povo que antes o seguia, dispunha-se a apedrejá-lo. De amado a odiado, de querido a desprezado, Davi se viu só. Chegara a hora da guinada. Tudo isso acontecera para que ele se despertasse e relembrasse o propósito de sua existência.

Diante deste quadro caótico, “Davi se fortaleceu no Senhor seu Deus” (v. 6b). O que fazer? Que medida tomar? Davi, então, se dirige ao sacerdote Abiatar, e pede que se lhe traga a estola sacerdotal. Vestido como um sacerdote, Davi consulta ao Senhor: “Perseguirei eu a esta tropa? Alcançá-la-ei? Respondeu-lhe o Senhor: Persegue-a. De certo a alcançarás, e tudo libertarás” (v.8). Quanto tempo se perde quando, em vez de consultarmos a Deus, fazemos as coisas do nosso jeito! Acabamos perdendo o foco. Imagina se Davi não houvesse sido dispensado pelos príncipes dos filisteus… Quando chegasse a Ziclague, seria tarde demais. Tão logo recebeu o sinal positivo do Senhor, “partiu Davi, ele e os seiscentos homens que com ele se achavam” (v.9a).

Logo no início da caminhada, duzentos deles pedem arrego. Não conseguiram sequer atravessar o ribeiro. “Mas Davi e os quatrocentos homens continuaram a perseguição”(v.10). Provavelmente, aqueles duzentos eram mais velhos, já não dispunham de energia para lutar. Levá-los consigo era correr um risco desnecessário.

No meio do caminho, “acharam no campo um homem egípcio e o trouxeram a Davi. Deram-lhe pão, e comeu, e deram-lhe a beber água. Deram-lhe também um pedaço de paosta de figos secos e dois cachos de passas. Comeu, e voltou-lhe o ânimo, pois havia três dias e três noites que não tinha comido pão nem bebido água. Então Davi lhe perguntou: De que és tu, e donde és? Respondeu o moço egípcio: Sou servo de um amalequita, e meu senhor me dixou, porque adoeci há três dias” (vv.11-13).   Repare nisso: Davi tratou bem aquele homem antes de saber que ele poderia servir-lhe como informante. Por ele, soube que já havia três dias, desde que os Amalequitas haviam levado suas mulheres. Isso significa que no momento em que Davi e seus homens se dispunham a enfrentar Israel em favor dos filisteus, Ziclague estava sendo incendiada. Davi persuardiu àquele egípcio a guiá-lo até onde estava a tropa amalequita.

Ao chegar lá, deparou-se com os amalequitas “espalhados sobre a face de toda a terra, comendo, bebendo e dançando, por todo aquele grande despojo que haviam tomado da terra dos filisteus e da terra de Judá. Feriu-os Davi, desde o crepúsculo até a tarde do dia seguinte” (v.16). Foram quase 24 horas de batalha. Resultado: “Assim recobrou Davi tudo o que os amalequitas haviam tomado; também libertou as suas duas mulheres. Não lhes faltou coisa alguma, nem pequena nem grande, nem os filhos, nem as filhas, nem o despojo, nada de tudo o que os amalequitas lhes haviam tomado. Tudo Davi tornou a trazer” (vv.18-19).

Quando voltaram para Ziclague, aqueles duzentos homens que não acompanharam a Davi na batalha por estarem exaustos saíram ao seu encontro. Embora Davi os tenha saudado em paz, houve uma reação imediata dos que lutaram. Eles não achavam justo que aqueles duzentos fossem beneficiados com os depojos da batalha. Bastaria-lhes receber de volta duas mulheres e filhos, e nada mais. Ainda que pareça justa sua reivindicação, as Escrituras classificam tais homens de “filhos de Belial” (algo como, filhos do diabo). Em vez de dar-lhes ouvidos, Davi disse: “Não fareis assim, irmãos meus, com o que nos deu o Senhor, que nos guardou e entregou nas nossas mãos a tropa que vinha contra nós. Quem vos daria ouvidos nisso? Qual é a parte dos que desceram à peleja, tal será também a parte dos que ficaram com a bagagem. Receberão partes iguais”(vv.23-24). Na opinião de Davi, a permanência daqueles homens ali serviu a um propósito honroso: proteger o que lhes havia restado (bagagem).

O que Davi talvez não houvesse percebido é que por trás de toda aquela situação havia um propósito ainda maior. Deus o estava poupando de participar de uma batalha que culminaria na morte de Saul e de seus filhos, inclusive Jônatas, com quem Davi tinha feito uma aliança (31:1-6). Por uma ironia do destino, foi justamente isso que lhe garantiu o trono. Porém, Deus o poupou de tocar em Seu ungido. Quando Davi soube Da morte de Saul e Jônatas, lamentou profundamente. Se houvesse participado daquela investida, teria se arrependido pelo resto de seus dias.

9 comentários:

  1. Barbosa11:17 AM

    IRMÃO HERMES,GLÓRIAS A JESUS CRISTO DE NAZARÉ QUE NOS DEU A VIDA ETERNA,ATRAVÉS DO SEU "SANGUE DERRAMADO NO MADEIRO,NUMA CRUZ"! LOUVADO SEJA O NOME DE JESUS CRISTO!
    HERMES,irmão amado em Cristo,gostaria de comentar sobre o versículo de I Samuel 30.23,24 ok?
    Meu irmão! No versículo que o irmão mencionou em I Samuel 30.23,24 que diz: Porém Davi disse: Não fareis assim,irmãos meus,com o que nos deu o SENHOR,que nos guardou e entregou a tropa que contra nós vinha nas nossas mãos.
    E quem em tal vos daria ouvidos? Porque qual é a parte dos que desceram à peleja,tal também será a parte dos que ficaram com a bagagem;igualmente repartirão.
    TAL TAMBÉM SERÁ A PARTE DOS QUE FICARAM COM A BAGAGEM.
    Davi determinou que os que permaneceram em sua terra para cuidar fielmente das provisões dos que foram para a guerra,deviam receber uma parte igual dos despojos da batalha. Esse princípio pode ser aplicado no tempo atual,ao envio de missionários para outros países,para pregarem o EVANGELHO. Aqueles que permanecem em sua terra,mantendo fielmente os que vão,e que oram por eles,terão participação igual nas recompensas celestiais e na aprovação de DEUS; No livro de Mateus 10.41 diz: Quem recebe um profeta na qualidade de profeta receberá galardão de profeta;e quem recebe um justo na qualidade de justo,receberá galardão de justo.
    IRMÃOS MUITO EM BREVE,FALTA POUCO TEMPO,EM QUE JESUS CRISTO DE NAZARÉ VIRÁ NOS BUSCAR,E RENAREMOS PARA TODO SEMPRE COM ELE!
    JESUS CRISTO ENXUGARÁ TODAS NOSSAS LÁGRIMAS,OH GLÓRIAS!

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  2. Olá meu querido Pastor Hermes, Graça e Paz.
    Obrigado por sua visita e comentário. Coloquei o seu banner em nosso humilde blog. Displicência minha já não ter posto.
    Deus te abençoe ricamente.

    Josiel Dias
    Mensagem Edificante para Alma

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  3. Oiee, valeu demais a visita no blog.
    Jesus é quem faz a idéia, eu só sigo mesmo kkkk
    mas curti seu blog tbm, palavras que penetram sabe!
    Deixa eu te pergunta, vc faz vídeos q ficam na internet né?

    Então, vou sempre dar uma passadinha aqui!
    Beijo, fique com Deus
    e já estou seguindo o blog.

    manualanabe.blogspot

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  4. posta alguns videos

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  5. Anônimo7:10 PM

    É muito interessante observar como que o propósito de Deus Organiza-se de forma harmônica com o desfeche apriore descrito no seu projeto cabalístico.
    Davi exerceu fidelidade segundo a escrita Divina.

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  6. É muito interessante observar como que o propósito de Deus Organiza-se de forma harmônica com o desfeche apriore descrito no seu projeto cabalístico.
    Davi exerceu fidelidade segundo a escrita Divina.

    PAIXÃO, Edson.

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  7. recebi mais uma vez o seu blog por email,um amigo da minha lista me enviou, caramba lendo essa mensagem,"Você passaria num teste de fidelidade"? incrivel me fez lembrar o tempo em que andavamos juntos , no mesmo proposito, no mesmo espirito, porem lendo essa materia era como se eu estive escutando a sua voz,pregando a palavra, eu ouvia, e via ate os gestos que voce fazia, que saudade me deu, da epoca da MISSAO APOSTOLICA MILAGRES DA FE. um tempo de Milagres inexplicaveis. um tempo de palavra Profetica,que passou, parabens Bispo Hermes, que suas mensagens seja sempre assim visando o Reino de Deus. Deus contigo sempre. Seu amigo e Irmao. Ap. Jorge Castilho.EUA/USA.

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  8. Missionário Luiz4:45 PM

    Hermes, um detalhe a mais neste belo texto.
    O amalequita mentiu na morte de Saul, ao trazer a Davi.
    Veja em 2 Samuel 1.10 que fala: Arremessei-me, pois, sobre ele, e o matei, porque bem sabia eu que não viveria depois da sua queda, e tomei a coroa que tinha na cabeça e a manilha que trazia no braço, e as trouxe aqui a meu senhor. Estas foram as palavras do amalequita.
    O amalequita mentiu a respeito da maneira com o Rei Saul morreu; ver o relato Verdadeiro em 1 Samuel 31.3-6. O amalequita estava querendo receber honra e benefícios da parte de Davi, mas, pelo contrário, sua história forjada resultou na sua morte; ver 2 Samuel 1.15.
    O TEU AMOR; ver 2 Samuel 1.26.
    Davi falou da grande amizade entre ele e Jônatas em termos de mútua admiração, dedicação e união de propósito. Jônatas acatara sem inveja, nem amargura, a escolha do Senhor por Davi, como o próximo rei; ver 1 Samuel 20.13-16.
    No livro de 2 Samuel 2.4 fala: Então, vieram os homens de Judá e ungiram ali a Davi rei sobre a casa de Judá. E deram avisos a Davi, dizendo: Os homens de Jabes-Gileade são os que sepultaram Saul.
    Os capítulos 2 e 3 de 2 Samuel descreve com Davi foi estabelecido rei de Judá, e sua guerra civil com Isbosete, filho de Saul, constituído rei das demais tribos de Israel; ver 2 Samuel 2.8-11. Sete anos e meio mais tarde, Davi tornou-se rei da nação inteira; ver 2 Samuel 5.1-5. É possível que no Salmo 18, Davi esteja celebrando seu completo livramento dos inimigos, nesta ocasião; ver 1 Samuel 30.1-31, onde se descreve outra vitória, logo antes da morte de Saul e da ascensão de Davi ao trono. Davi não se precipitou para assumir o controle da nação inteira. Davi buscava o Senhor; ver 2 Samuel 2.1 e aceitou ser rei de uma única tribo, até que o Senhor Deus lhe abrisse a porta para reinar sobre todo Israel.
    A ascensão de Davi ao trono foi cruenta e envolveu guerra civil e mortes entre as tribos e muitas manobras políticas - tudo isto demonstra o fato de que a vontade perfeita de Deus para Israel não era um rei humano; ver 1 Samuel 8.5-7,19-22.
    Davi capturou Jerusalém e fez dela capital de Israel. Espiritualmente, ela veio a torna-se a cidade mais importante da terra,, o centro da obra redentora efetuada por Deus em favor da raça humana. Foi em Jerusalém que Jesus Cristo foi crucificado e ressuscitou dentre os mortos, e que o Espírito Santo foi derramado sobre os discípulos de Jesus, ali reunidos. A Bíblia chama-a de " cidade de Deus "; ver Salmos 46.4; 48.1; 87.3; Hebreus 12.22; Apocalipse 3.12. Um dos pontos fortes de Davi era sua convicção de que a ajuda e a direção de Deus eram absolutamente essenciais para o sucesso na batalha. Por isso, sua prática regular era consultar ao Senhor.
    Para cumprirmos o propósito de Deus para nossa vida também devemos buscar a direção de Deus sempre, por meio da oração da Palavra e do Espírito Santo que em nós habita; ver Romanos 8.1-17.

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  9. COmo dizem, não dá um ponto sem nó!!!

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