quarta-feira, novembro 09, 2016

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Trump é a nossa cara!



Por Hermes C. Fernandes

De vez em quando, acordo com uma frase na cabeça. E hoje acordei com uma pergunta: “O que o espelho me disse?” Após lavar o rosto, conferi se havia mensagens em meu celular e deparei-me com a inacreditável notícia de que Donald Trump havia vencido a eleição americana. Lá estava eu diante de dois espelhos. O do banheiro refletindo meu rosto ainda cansado e com marcas deixadas pelo tempo, e o da notícia refletindo a imagem do que a sociedade humana está se tornando.

Hoje a humanidade acordou aterrorizada! O que ela viu de tão vil? Sua própria imagem refletida. Quer admitamos ou não, Trump é aquilo em que estamos nos tornando desde o fatídico 11/9. Aliás, você reparou que a data de hoje, 9/11, é a imagem refletida de 11/9 (lembre-se de que o espelho mostra a imagem invertida). Desde aqueles atentados, nunca mais fomos os mesmos. Chegamos a ensaiar alguma esperança, mas ela finalmente se rendeu ao medo. Não buscamos quem nos inspire. Preferimos quem prometa nos proteger. Não queremos quem proponha governa juntamente conosco, mas quem prometa cuidar de nós e de nossos interesses (nem sempre louváveis!).

Ao chegar em casa ontem à noite, não pude entrar porque minha família havia saído e me deixado sem as chaves. Em vez de ficar me lamentando, resolvi aproveitar o tempo vago para caminhar um pouco. Depois de quase uma hora caminhando, passei em frente a uma igreja evangélica, e vendo que, apesar de ser quase dez horas da noite, o culto não havia terminado, resolvi entrar e fazer uma horinha sentado num cantinho discreto no final do salão. Lá em cima, uma pastora elegantemente vestida estava pregando para uma plateia bem entusiasmada. Ela falava sobre os gafanhotos que Deus enviava sobre aqueles que não buscassem corresponder às suas expectativas divinas. Se a pessoa fosse desonesta, Deus lhe enviaria o gafanhoto cortador. Se fosse daquelas que pulam de igreja em igreja, Deus lhe mandaria o migrador. Se fosse infiel nos dízimos, Deus lhe castigaria com o devorador. E se fosse ingrata com o ministério que a acolheu, Deus lhe entregaria ao destruidor. É obvio que não foi a primeira vez que ouvi tanta asneira. Mas confesso que desta vez, fiquei com o estômago embrulhado. Que lástima ver tanta gente enganada por um evangelho falsificado, balançando a cabeça em assentimento ao que era pregado, feito ovelhinhas de presépio.

A que ponto chegou o povo que antes prezava tanto a verdade. Para serem fiéis, as pessoas precisam ser ameaçadas. Não se trata de ser honesto para não acarretar prejuízo aos outros, e sim para não ser exposto à atuação de espíritos malignos. Não se trata de ser grato movido pela consciência, mas por medo de perder o que se conquistou. O que as move não é o amor, mas o medo e o interesse. E o mais triste é saber que esta versão adulterada do evangelho pregada em boa parte dos púlpitos consegue atrair multidões ávidas por bênçãos, mas sem qualquer compromisso com a ética do reino de Deus.

É esta massa uniforme de crentes que se submete cegamente a seus líderes, abrindo mão de pensar por si mesma. Nela prevalece a mentalidade de rebanho, desprovida de senso crítico.  E graças a ela, o mundo assiste estupefato à eleição de Donald Trump como presidente da maior potência bélica mundial.

Não se enganem! Foram os evangélicos que o elegeram. E serão eles que poderão eleger Bolsonaro em 2018. Não foi em vão que o nobre candidato já tratou de ser batizado no rio Jordão. Não importa se Trump pretende deportar imigrantes. Não importa se seu discurso é xenófobo, misógino e homofóbico. O importante é que ele seja contra o aborto, o casamento gay, e tudo o que não cabe em nossa moralidade cristã tradicional. E principalmente, ele é a favor do lucro!

A Bíblia, antes responsável por promover a alfabetização da Europa, agora é usada como instrumento de alienação. Basta apontar um versículo e pronto; não se discute mais. Ninguém se dá o trabalho de examinar o contexto histórico e cultural. É preferível acreditar que o pastor sempre sabe o que diz. E assim, passa-se procuração para que outros pensem em nosso lugar.

Já que estamos falando de espelho, que tal dar uma conferida no retrovisor de vez em quando? Cada Apocalipse tem sua própria besta, que por sua vez, necessita de um falso profeta como porta-voz. E pelo jeito, quem assume o papel em nossos dias são os líderes evangélicos midiáticos. Mas por incrível que pareça, este filme não passa de remake. Aconteceu lá trás, no império romano. Aconteceu há poucas décadas com o nazismo. E está acontecendo bem aqui, debaixo de nosso nariz em terras tupiniquins.

O problema é que o monstro que hoje alimentamos será o que nos devorará as carnes no futuro.

Urge que se levantem profetas comprometidos com o bem comum, que tenham culhões para denunciar as intenções destas bestas feras. Profetas que não tenham suas almas etiquetadas. Que não negociem nos bastidores o que dirão aos holofotes. Que renunciem à pretensão de manipular opiniões. Que levem as pessoas a pensarem e não simplesmente a assentirem com suas ideias.


Se não houver entre nós, que se levantem dentre os que não ratificam nossa fé, mas demonstram se importar muito mais com o sofrimento alheio do que aqueles que o fazem. 

21 comentários:

  1. Anônimo4:06 PM

    Grandiosíssimo, meu amigo Bispo Hermes. Parabéns pelo raciocínio e em ter colocado em palavras tão simples, mas que significativas.

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  2. Anônimo4:38 PM

    Foi eleito um presidente que falava coisas feias das mulheres, com uma esposa inútul, com uma família tosca, que não pagou impostos sobre o que tinha, que nunca trabalhou de verdade pois tudo a ele foi dado, só falava m**** sobre qualquer fato científico, e com um discurso de ódio dividindo o país.

    Esse é o Lula, achou que era o Trump?

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  3. Anônimo4:39 PM

    Haddad, Temer, Crivella, Brexit, Trump... Senta que lá vem textão.

    https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=319192828465942&id=100011256810633&pnref=story

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  4. Anônimo4:41 PM

    Resumão:

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10211275965441270&set=a.4727401469336.2195782.1423657476&type=3&theater

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  5. Anônimo4:46 PM

    "Jornalismo não é torcida. Surpresa não é reação aceitável para quem analisa fatos, cenários - e não desejos.
    Mais do que Hillary e Obama, a maior derrotada é a imprensa - norte-americana e brasileira. (Não comento mais instituto de pesquisa.)
    De resto, sem catastrofismo doravante: os EUA não são o Brasil. Todo o Trump que Trump pôde aprofundar durante a campanha eleitoral - goste-se ou não dele - será moderado pela sólida rede institucional daquele país no instante em que assumir a Presidência.
    Ah, sim: vocês, que elegeram Lula, Dilma e Temer, não se sentem constrangidos sequer minimamente ao dizer que o americano votou mal?" - Carlos Andreazza

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  6. Anônimo4:47 PM

    "A vitória de Donald Trump é o fato político mais relevante dos últimos anos. Foi a batalha de um homem contra uma verdadeira máquina de propaganda e intimidação composta pela mídia, hollywood, wall street, grandes corporações, universidades, sistema político, pesquisas fraudadas e as elites em geral.
    No início, quando todos pensavam que sua candidatura era uma piada, e os "analistas" - a maioria desinformados, mas com diploma de jornalistas - davam chance de 1% de vitória, ele bancou sua própria campanha nas primárias contra a máquina do próprio partido pelo qual queria concorrer (o Partido Republicano). E venceu!
    Uma vez nomeado, na eleição contra Hillary, concorreu com uma candidata que estava sendo talhada para o cargo há muito tempo. Era a candidata queridinha da mídia, dos artistas, sucessora do Obama, esposa-traída de Bill Clinton e dos grandes doadores de campanha.
    Trump venceu porque não teve medo de perder. Não teve medo de manter suas posições. Não teve medo de dizer que não está nem aí para a ONU ou para o aquecimento global. Não teve medo de dizer que, se necessário, terrorista (aquele que mata em massa) tem que ser torturado para obtenção de informação e ponto final. Não teve medo de nunca recuar sobre o problema da imigração e da violência, sobre os acordos de comércio fracassados, sobre a questão do terrorismo islâmico. Tentar eliminar com o Estado Islâmico (ISIS) que amedronta o mundo.
    Quanto foi xingado, xingou de volta... Foi fiel com as suas convicções, mesmo que não concordemos com algumas ou a maioria... É justamente aí que fez a diferença, principalmente no cenário político atual global, onde o mundo está cansado de "isentões". Não estou afirmando que será bom, assim como podemos nos decepcionar, mas o que fica claro neste momento é que o mundo quer mudanças, não acredita mais em nenhum tipo de política que se diz de "esquerda".
    Trump Não se abateu perante o metido a politicamente correto. O politicamente correto é uma babaquice; uma mistura de covardia, informação falsa e preocupação com a forma e não com o conteúdo. Sob a ditadura do politicamente correto, proliferam absurdos que se escondem em formas de “mimimis”. Trump nunca se abateu com essas frescuras.
    Quando as pesquisas davam 90% de chances de vitória para a Hillary, ele pegou seu próprio avião e viajou o país fazendo 3 a 4 comícios por dia em locais onde os democratas estavam liderando. Isso sem a ajuda do seu próprio partido.
    Foi o candidato que menos gastou em toda a campanha. Obteve vitória por uma margem de votos que um republicano não conseguia desde 1988. Graças a ele, o Partido Republicano saiu vitorioso na eleição para Presidência, Câmara e Senado (música no Fantástico!). Isso não acontecia desde 1928 (há quase 90 anos).
    Ele inspirou a maioria silenciosa a votar por ele.
    O seu feito é incrível. Não é à toa que (quase) o mundo todo está surpreso com sua vitória. Um homem comum venceu a maior máquina de dominação mental do mundo." - Luiz Fernando Mota

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  7. Anônimo4:48 PM

    "O que representa o fenômeno Trump?
    O que representa o fenômeno Dória?
    A resposta é que, não importa o lugar do mundo, a mentira tem limites.
    A esquerda mundial (globalistas) foi com muita sede ao pote.
    A população mundial não aguenta mais isso.
    A resposta está ai!
    Trump, Doria e Brexit são exemplos!" - Lucio Hoffmann

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  8. Anônimo4:49 PM

    "A avaliação dos descolados tem sido incisiva:
    Perfil do eleitor de Trump: branco, burro, caipira, sem diploma universitário.
    Perfil dos eleitores de Clinton: negros, hispânicos, mulheres, brancos inteligentes, universitários.
    Não há fronteiras para o preconceito da esquerda. A elite branca, em qualquer lugar do mundo, é sempre a única capaz de lançar um olhar de compaixão para a minoria vítima." - Francisco Razzo

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  9. Anônimo4:58 PM

    Julgar a eleição de Trump à mera luz do racismo e da xenofobia é não entender absolutamente nada do que rolou nessa madrugada.
    Ame ou odeie, o efeito Trump é muito mais complexo do que isso. Para a infelicidade da maior derrotada dessas eleições: a imprensa internacional, que passou os últimos meses mais comprometida com a propagada democrata do que com a análise dos fatos.

    http://spotniks.com/nao-trump-nao-e-um-mero-acaso-do-discurso-racista-e-xenofobico-voce-foi-enganado-pela-imprensa/

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  10. Anônimo5:08 PM

    A “democracia” só é boa quando o povo escolhe a opção preferida por determinada classe de intelectuais e políticos. Quando os eleitores escolhem candidatos ou resultados não-chancelados pela elite progressista, aí é sinal de que a tal democracia saiu do controle e o povo demonstrou suprema ignorância.
    Com a eleição de Donald Trump, o referendo do Brexit, o referendo em que a população húngara decidiu restringir a imigração de muçulmanos, e o referendo em que o povo colombiano rejeitou um acordo de paz com os terroristas marxistas das FARC, a esquerda global percebeu que algo tem de ser feito para restringir a ideia de democracia irrestrita - uma ideia que ela própria vem promovendo há mais de um século.
    Intelectuais e jornalistas se uniram recentemente e, em uma reviravolta impressionante, passaram a denunciar a própria ideia de democracia direta. O The New York Times publicou um artigo em que vários "especialistas" descrevem o processo democrático como "supérfluo", "perigoso", e uma "roleta russa para as repúblicas".
    Outros "experts" citados no artigo descrevem os eleitores como imbecis que não entendem o assunto em que estão votando; néscios propensos a mudar de ideia a qualquer momento influenciados por caprichos superficiais.
    Após o voto do povo colombiano contra um acordo de paz com os terroristas das FARC, tanto a revista “The Economist” quanto o jornal internacional “Christian Science Monitor” declararam que era necessário "repensar" a ideia de "deixar a democracia diretamente nas mãos do povo."
    O melhor, no entanto, é ver a histeria da elite progressista em relação ao impeachment de Dilma Rousseff no Brasil, ao resultado do Brexit no Reino Unido e à eleição de Trump nos EUA.
    A presidente Dilma foi afastada em definitivo da presidência por deputados e senadores eleitos diretamente pelo povo. Para a elite progressista, o legislativo brasileiro eleito pelo povo estava sendo "anti-democrático" ao contradizer a eleição popular de Dilma dois anos antes.
    No caso do Brexit, a esquerda progressista — capitaneada pelo jornal The Guardian — diz ser um dever do legislativo contradizer os eleitores e anular o voto do Brexit.
    Já na eleição de Trump, os progressistas simplesmente dizem que o povo americano optou pela destruição do mundo.
    Ou seja, se o povo vota a favor de uma figura querida da esquerda globalista, então o povo é sábio e sabe perfeitamente o que está fazendo. Já se o povo vota contra os desejos do establishment -- a favor do Brexit, contra um acordo de paz com as FARC, ou em Donald Trump --, então o povo é composto por bufões ignorantes demais para entender os reais problemas.

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  11. Anônimo7:38 PM

    Rasgos de um jornalista demente:
    "Trump representa a extrema-direita do Partido Republicano, apresentando entre outras coisas, ideias sobre a imigração de extrema-direita"
    Vamos por breves segundos abandonar a demência instalada e adentrar um pouco no maravilhoso mundo da sanidade.
    CONCEITO ATUAL DE POLITICA MIGRATÓRIA DE EXTREMA DIREITA:
    - Impedir a entrada de cidadãos que violam as fronteiras de uma nação e infringem as suas leis: constituindo como tal IMIGRANTES ILEGAIS.
    - deportar imigrantes ilegais que cometem crimes em solo americano e não são enviados de volta para os seus países.
    - suspender temporariamente e filtrar a entrada de gente proveniente de locais onde prospera o ódio à sua nação e que possam colocar em causa a segurança do seu povo.
    - incentivar a integração de pessoas que se adaptem e ajustem à cultura do país que escolheram fazer parte e se tornar cidadãos.
    CONCEITO ATUAL DE "MODERAÇÃO":
    - Ignorar por completo a existência das leis de fronteira, mas sem as eliminar. Defender o conceito de nação sem defender o conceito de fronteira.
    - Gastar o dinheiro dos cidadãos que o elegeram para prestar toda a assistência necessária a todos aqueles que invadem ilegalmente o seu país violando a lei elementar da nação. Mais assistência do que a prestada aos veteranos de guerra que lutaram pela existência e preservação dessa nação.
    - Manter em solo americano, invasores ilegais que roubam matam e estupram, caso o país de origem não os deseje de volta, se possível solte-os na rua.
    - Inundar o seu país (o mais possível) com elementos profundamente hóstis, em guerra com o seu país, e que se assumem publicamente como elementos que jamais se irão adaptar à sua civilização.
    - Se certificar que ninguém é obrigado a se adaptar à cultura do seu país e que a cultura do seu país seja censurada e reprimida ativamente através de leis que proibem o seu povo de expressar a sua cultura.
    DÀ PARA ENTENDER O DESVIO DO PADRÃO OU QUER QUE EU IMPRIMA UM DESENHO A CORES?
    A "moderação" significa extremismo insano, e "extrema direita" significa o mais elementar senso comum.
    FIM

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  12. Anônimo7:42 PM

    O PROBLEMA DE VER O MUNDO COM UMA LENTE IDEOLÓGICA
    Artigo completo: http://bit.ly/2fZTv0A
    O mundo sob a lente ideológica pode trazer aos seus circunstantes uma visão distorcida da realidade. Os partidos de esquerda no Brasil ainda vivem no período jurássico da União Soviética, ostentando uma bandeira socialista/comunista carcomida, que não encontra guarida em países desenvolvidos, mas os seus defensores teimam em defender idéias ultrapassadas.

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  13. Anônimo7:45 PM

    "Esses americanos são muito burros! Escolheram votar em um cara que transformou 10 mil em 10 bilhões, chamou uma mulher obesa de gorda, falou que muçulmanos são perigosos e vai proibir imigrantes ilegais, do que votar numa mulher "empoderada" que enriqueceu vendendo armas para países que matam homossexuais e cristãos, tem problemas psiquiátricos e tá envolvida em escândalos de pedofilia e acobertamento de crimes." - Olavo de Carvalho

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  14. Anônimo7:53 PM

    "Luto na GloboNews – Trump é eleito presidente
    Foram meses de feminismo, de propaganda pesada e muito mimimi. Não adiantou. A vitória de Trump mostra que as pessoas já não aceitam o Politicamente Correto e as esquerdices empurradas goela abaixo pela TV. Mostra que a grande mídia já não é tão grande assim.
    Aqui no Brasil, o jornalismo nunca fez questão de disfarçar. A campanha por Hillary foi intensa, e agora podem esperar: vão malhar o Trump e cobrir todo protestinho que a esquerda americana fizer contra ele.
    Mas que está engraçado o climão de luto na Globo News, isso está."

    Não só na Globo News... rs

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  15. Anônimo7:57 PM

    Não é difícil entender porque Trump saiu vitorioso...

    https://www.facebook.com/garotasdedireita2/videos/1703169053331431/

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  16. Anônimo8:01 PM

    VOCÊ ESTÁ TRISTE, APAVORADO COM A ELEIÇÃO DO TRUMP?

    https://www.facebook.com/mateuscolombomendes/posts/1808909559395089

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  17. Anônimo8:05 PM

    Deus ta vendo que você é contra o muro do Trump mas mora no condomínio fechado ou tem grades no portão da sua casa.

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  18. Parabéns pelas palavras, Deus continue te ensinando...

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  19. Excelente reflexão!

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