sexta-feira, novembro 04, 2011

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Pra onde vamos ao morrer? Parte Final


Hermes C. Fernandes

O que temos defendido aqui é que não há intervalo entre a morte e a vinda de Cristo. Não cremos na doutrina do estado intermediário, em que os espíritos dos salvos estariam conscientes numa espécie de sala de espera, aguardando a volta de Cristo, enquanto os espíritos dos não-salvos estariam no anti-sala do inferno, já experimentando previamente o castigo que lhes será impingido por toda a eternidade. Deus não é injusto. Não se pode aplicar uma sentença sem que antes se emita um veredicto. Não se pode emitir um veredicto, sem que antes se faça juízo.

Também não cremos na doutrina do sono da alma, que diz que as almas dos crentes e dos não-crentes ficam estado de repouso, acordando apenas no dia do Juízo Final.

Uma passagem que tem sido usada para defender a teoria do estado intermediário é a de Apocalipse 6:9-11, que diz:

“Quando ele abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Soberano, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas, e foi-lhe dito que repousassem ainda por pouco tempo, até que se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos, como também eles foram.”

Aquelas almas pareciam estar bem conscientes. Elas aparecem clamando por justiça. Querem que seu sangue seja vindicado. Que sua causa seja julgada. E agora, como sustentar nossa doutrina diante dessa passagem?

Há duas maneiras de entendermos essa passagem, de forma que ela não contradiga o que expusemos aqui até agora.

A primeira é que pode tratar-se apenas de uma parábola. Assim como lemos em Hebreus 11:4 que o sangue de Abel ainda clama até hoje. Ora, não podemos entender isso literalmente. Tanto Hebreus 11:4, quanto Apocalipse 6 falam da mesma coisa: Deus não Se esqueceu de julgar a causa de Seus servos, ainda que os faça esperar. E o paralelismo entre as duas passagens não pára por aqui.


A segunda maneira de se entender essa passagem admite a sua literalidade. Optamos por esse posicionamento.

Aquelas almas que foram vistas sob o altar, clamando por justiça, são as mesmas que “experimentaram escárnios e açoites, e até algemas e prisões. Foram apedrejados; foram tentados; foram serrados pelo meio; foram mortos ao fio da espada. Andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra. E todos estes, embora tendo recebido bom testemunho pela fé, contudo não alcançaram a promessa. Deus havia provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados” (Hb.11:36-40). Os mesmos heróis de Hebreus 11, são apresentados no capítulo 12 compondo uma platéia, que tendo encerrado sua corrida, aguarda das arquibancadas a chegada dos últimos atletas. Na interpretação do escritor sagrado, aqueles heróis agora formavam uma “grande nuvem de testemunhas”, esperando e torcendo para que os últimos mártires (testemunhas) daquela era deixassem “todo embaraço”, correndo “com perseverança a carreira” que lhes estava proposta. O podium só viria depois que o último atleta atravessasse a linha, e a corrida se desse por terminada.

Repare que em Apocalipse 6, o Senhor diz que aquelas almas deveriam repousar um pouco mais, “até que se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos, como também eles foram”. E agora em Hebreus 11 lemos que “eles, sem nós” não poderiam ser aperfeiçoados (lit. completados).

Quando Cristo expirou, o véu do templo de rasgou. O caminho do santo dos santos foi aberto, de maneira que a presença de Deus tornou-se acessível a todos os homens. Entretanto, os mortos que aparecem sob o altar (sob a Velha Aliança), teriam que aguardar um pouco mais, até que se completasse o número dos mártires, que serviriam de testemunhas contra a grande meretriz, a Jerusalém terrena. A Babilônia de Apocalipse é Jerusalém. Compare Mt.23:37 com Ap.16:5-6, 18:20 e 19:2. O Santo dos Santos, embora houvesse sido aberto, não estava ainda descoberto. Hebreus 9:8 diz: “O Espírito Santo estava dando a entender com isto que o caminho do Santo dos Santos ainda não está descoberto, enquanto continua em pé o primeiro tabernáculo (o templo de Jerusalém)”.



Jesus havia previsto que ainda naquela geração o Templo de Jerusalém cairia juntamente com a cidade apóstata. No ano 70 d.C., Jerusalém foi invadida pelos romanos, sob o comando de Tito, filho do Imperador, que a reduziu a escombros, não poupando nem mesmo o suntuoso templo.
Com a queda do ‘primeiro tabernáculo’ o Santo dos Santos foi finalmente descoberto, e os espíritos que estavam sob o altar foram finalmente conduzidos à presença imediata de Deus.

Por que “eles, sem nós” não poderia ser aperfeiçoados? Porque foi a Igreja primitiva que forneceu os mártires que faltavam, para que a medida dos pecados de Jerusalém fosse alcançada, e o juízo de Deus fosse derramado sobre ela.

Muitos dos mártires primitivos entraram na conta de Jerusalém, enquanto que outros foram creditados na conta de Roma, que mais tarde também sofreu o juízo implacável de Deus.

Demonstramos aqui que com a morte de Cristo, o caminho do Santo dos Santos nos foi aberto, e que com a queda do Templo em Jerusalém, foi inteiramente descoberto. De maneira que João pôde escrever:

“Graças te damos, Senhor Deus Todo-poderoso, que és, e que eras, porque tomaste o teu grande poder, e reinaste. Iraram-se as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra. Abriu-se no céu o templo, e arca da sua aliança foi vista no seu santuário.” APOCALIPSE 17-19a.

Aleluia! O véu não apenas se rasgou, mas foi inteiramente removido, de maneira que a arca da aliança pôde ser vista. É por isso que João não hesitou em registrar a voz que se ouviu do céu: “Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão” (Ap.14:13).

Se o Santo dos Santos está inteiramente descoberto, logo, temos acesso amplo à presença do Senhor. Não temos que aguardar em um “lugar santo”, também conhecido como “primeiro tabernáculo”. Não temos que fazer um estágio do Seio de Abraão. Nosso vôo à glória não tem escalas, é non-stop.

O templo de Jerusalém representava esse primeiro tabernáculo, um estágio entre o provisório e o permanente.

O provisório tinha que ceder espaço ao permanente. Os santos que viveram naquele período de transição entre a Velha e a Nova Aliança anelavam pela “remoção das coisas abaláveis, como coisas criadas, para que as inabaláveis permaneçam” (Hb.12:27). Eles traziam consigo a certeza de que já haviam atravessado o véu, chegando finalmente “ao monte Sião, à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial (...) a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel”, e de todos os mártires (Hb.12:22,24).

Os santos do período interalianças, já haviam sido avisados de que sobre aquela geração recairia “todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel” (Mt.23:35a). O próprio templo havia sido profanado com assassinato de Zacarias, filho de Baraquias, cujo sangue fora derramado “entre o santuário e o altar” (v.35b). Por isso, daquele templo, não restaria “pedra sobre pedra” (24:2). O sangue dos justos recairia sobre o primeiro tabernáculo, e este, desmoronando, daria lugar ao santuário espiritual, do qual aquele era apenas uma pálida figura.

A queda do Templo foi a vinda de Cristo em juízo sobre Israel e a cidade apóstata. Agora, as almas que estavam sob o altar poderiam finalmente ser reunidas aos santos da Nova Aliança em congraçamento eterno na presença de Deus. Essas almas migraram do tempo (do qual era refém) a eternidade, para reunir-se nas nuvens com os santos de todas as eras.

Libertaram-se, finalmente, do processo histórico, do qual estavam cativos até que sua causa fosse julgada, e seus algozes castigados.

O Templo judeu deu lugar ao Templo Vivo de Deus, que é a Sua Igreja, reunião de todos os santos, de Abel até o último a nascer neste mundo. Em Cristo deu-se a reunião, de maneira que o escritor sagrado pôde declarar, que além de termos chegado à Jerusalém Celestial, reunimo-nos “aos muitos milhares de anjos, à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus (...) a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hb.12:22b-23).

11 comentários:

  1. Anônimo4:02 PM

    Graça e Paz! Veja se eu entendi... O Paraiso que Jesus prometeu ao Ladrão da Cruz (Dimas), seria aqui na terra!Porém a expresão "HOJE" vem no sentido do tempo Kairós não no tempo Kronos. Certo! O não entedi ainda???!Se o amado puder me esponder meu e-mail é: emersoniclevicz@hotmail.com

    Emerson R. Trindade / Londrina-Pr

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  2. Graça e paz que Deus possa lhe abençoar grandemente
    nessa jornada de levar a palavra de Deus via internet

    sucesso e quando quiser e puder passe e siga nosso blog
    www.napazdoraboni.blogspot.com

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  3. Bispo Hermes, finalmente penso ter conseguido um tempo melhor para digerir tudo o que o senhor está defendendo nestes dois artigos. Ainda não posso concluir, mas, penso, é bem parecido com o que eu creio; mas, preciso, reler uma, duas, três vezes...

    Dois artigos muito bons; a única vez que vi algo desta qualidade, sobre o assunto, foi num livro que ganhei de um pastor da espanha. Se não me engano, o nome do livro é "Que nos espera?"; ou algo do tipo.

    No mais, que Deus lhe abençôe neste ministério, de divulgar ao Brasil nossa querida "Escatologia da Vitória".

    Marcelo Lemos
    Olhar Reformado, editor

    Paz e bem

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  4. Irmão Hermes, o texto de Apocalipse 6:9-11 fala exatamente o que o senhor disse, que "Deus não Se esqueceu de julgar a causa de Seus servos", e disto apenas.

    Ao morrer, o homem perde o "fôlego de vida". Cumpre-se o que está escrito: "e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu" (Ec 12:7; cf. Gn 2:7). "Os mortos não sabem coisa nenhuma" (Ec 9:5). Eles estão dormindo o "sono da morte" (Sl 13:3) no pó da terra, para onde tornaram (Sl 146:4), até que sejam despertados quando o Senhor Jesus vier nas "nuvens do céu" (Mc 14:62).

    Naquele grande dia, Ele dará "a Sua palavra de ordem" e "os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro" (1Ts 4:16). "Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos" (Ap 20:6). Mas, "os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos" (Ap 20:5). As Escrituras deixam bem claro que os "que dormem no pó da terra ressuscitarão" (Dn 12:2), "os justos para a vida eterna" e os ímpios, "para o castigo eterno" (Mt 25:46).

    Aceitar a justiça de Cristo e viver uma vida em que "faça-se a" "vontade" do Senhor é a única garantia de vida eterna do crente, pois está escrito: "no dia da ira, [...] a justiça livra da morte" (Mt 6:10; Pv 11:4). O próprio Jesus, o Criador de todas as coisas (Jo 1:1-3), disse: "Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos" (Mt 19:17). E, antes de ser pronunciada a bênção sobre os que "morrem no Senhor", nós, os vivos, somos advertidos de que "é chegada a hora do Seu juízo" e com grande amor nos é dito: "Temei a Deus e dai-lhe glória", "e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas" (Ap 14:7).

    Adorar o Criador significa obedecê-lo, guardar todos os Seus mandamentos, inclusive aquele que é o "selo do Deus vivo", o eterno "sinal entre" Deus e nós (Ap 7:2; Êx 31:13, 17; Ez 20:12, 20): a santificação do sábado do sétimo dia (Êx 20:8-11).

    Quanto ao "mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA" (Ap 17:5), não se trata da Jerusalém terrestre, muito pelo contrário, mas de uma igreja (Ef 5:23): que tem poder sobre muitos "povos, multidões, nações e línguas" (v. 1, 15); muito rica (v. 4); com doutrinas contrárias à Palavra de Deus (v. 4); culpada por matar os santos do Altíssimo e quase destruir a Bíblia (v. 6); está numa cidade (v. 18) entre sete montes (v. 9); e é a mãe das igrejas que não têm a Cristo por cabeça por não adorarem o Senhor do sábado (Mt 12:8). Ele disse: "e em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mt 15:9).

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  5. Deus formou o homem do "pó da terra" (fez o corpo) e "soprou" em suas narinas o "fôlego de vida" (deu a respiração), e o homem passou a ser "alma vivente" (uma pessoa) (Gn 2:7). Para que exista vida, para que sejamos seres viventes, precisamos de Deus, porque o fôlego de vida que existe em cada um de nós provém dEle (Ec 12:7).

    A palavra original para "fôlego de vida" no hebraico é nephesh; no grego, pneuma; e ambas significam "sopro", "respiração". Muitas vezes elas foram traduzidas por "espírito" (por ex. Sl 146:4), significando ainda "vento". Portanto, "espírito" é o mesmo que "fôlego de vida".

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  6. Jesus disse: os que morreram dormem (João 11:11-14). Ele é "a ressurreição e a vida. Quem crê" nEle, "ainda que morra, viverá". "Todo o que vive e crê" em Jesus "não morrerá, eternamente" (v. 25, 26). E assim como Ele ressuscitou, os mortos ressuscitarão. "Como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?" (1 Coríntios 15:12).

    "Se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens" (v. 13-19). "Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos" (v. 32). "Não vos enganeis". "Tornai-vos à sobriedade, como é justo" (v. 33, 34).

    "Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que" "recebestes" — "por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como" vos foi pregada — : que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (v. 1-4).

    "De fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda" (v. 20-23).

    "Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos." (Isaías 26:19).

    "Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade." "E, quando" isto acontecer, "então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. [Is 25:8]" "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão" (1 Coríntios 15:51-54, 58).

    Ele "tragará a morte para sempre, e, assim," Deus "lhes enxugará dos olhos toda lágrima (Is 25:8; Ap 21:4). "O Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida." "A morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram" (Ap 7:17; 21:4).

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  7. Gordom8:50 AM

    Hermes, resposta rapidinha e certa sem sombra de dúvidas!
    O incrédulo sem a salvação em Jesus Cristo irão para o lago de fogo e exnfroxe se não se arrependerem dos seus pecados, até mesmo alguns que estão dentro de igrejas os mornos, os esquenta bancos se não se arrependerem, e santificarem suas vidas.
    Já os santificado estarão para sempre com o Senhor Jesus Cristo na sua volta trinunfal, quando ele vier buscar sua igreja amada, e estaremos com o Senhor Jesus Cristo para todo sempre.
    Mas lembre-se ninguém escapará do tribunal de Deus no juízo final, onde todos nós cristãos e incrédulos, prestaremos contas a Deus de nossa ações e atos que semeiamos nesta terra que serão julgados.
    Cuidado meu irmão e amigo!

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  8. OK bispo hermes mas só uma questao que nao está clara ainda já que nao vamos a um lugar intermediário após a morte e aguardarmos a vinda de Cristo, e com relaçao e enoque? sétima geraçao de adão que foi arrebatado por Deus e nao se achou mais na terra e Elias também o mesmo fato e pra aonde eles foram?? desapareceram no nada? e logo num momento na transfiguraçao de Cristo Elias aparece juntamento com moisés, numa conversa com o próprio Jesus e até mesmo um dos discipulos vendo´-os disse: Senhor se necessário faremos três tendas ( objeto físico) uma será tua e outra para moisés e outra para elias.

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  9. Johnson, dá uma checada no artigo em que falo sobre "viagens no tempo". Acho que vai encontrar uma resposta lá. Obrigado por comentar!

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  10. Talvez seja um vício cientificista meu, mas não consigo deixar de apreciar uma ideia que seja simples, elegante (do ponto de vista da organização ou formalização do pensamento) e explicativa (como uma teoria científica deve ser).

    Sei lá se temos como fazer de fato uma "Teologia" no sentido estrito da palavra - mas, certamente, se for para fazê-lo (ainda que com isso não cheguemos n'A Verdade completa - coisa que Gödel já mostrou ser impossível), o caminho é uma racionalidade bem pautada.

    Felizmente há pessoas fazendo isso. Agradeço e parabenizo por disponibilizar seus textos, irmão Hermes. Após uma curta primeira lida em alguns deles, pareceram-me fazer parte de um infelizmente raro grupo de ideias bem formuladas.

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  11. Prof. Hermes , sabe qual a minha maior curiosidade? De onde nós viemos? Já que nosso espírito já existia antes da nossa carne ser formada...Se um dia o senhor quiser fazer um tópico sobre este assunto apreciaria muito. Abs.

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