sexta-feira, maio 29, 2009
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Canção do Apocalipse (Letra)
Letra: Hermes C. Fernandes
Original: Revelation Song (Christ for The Nations)
Toda glória
ao Cordeiro
Cuja vida deu
Cavaleiro, fiel e verdadeiro
Que na Cruz venceu
Santo, Santo, Santo
É o Deus Onipotente
Que era e é e há de vir
Que enxuga todo pranto
Nele me alegrarei
Lá vem o Rei dos reis
Que reina pra sempre
Um arco-íris de cores vivas
envolve o trono de esplendor
Seu Cetro rege o Mundo
Do Seu amor profundo
Não há quem possa escapar
Santo, Santo, Santo…
Maravilhados
Nos prostramos
Ao ouvir Sua voz
Jesus, Teu nome é doce
és fonte de água viva
Mistério desvendado a todo que crê
Santo, Santo, Santo...
Apertado é o caminho
Porta estreita que leva ao Pai
Mas a visão é ampla
E o nosso horizonte
Não há quem possa limitar
* Esta será a canção oficial da VIII Convenção Internacional da REINA, que acontecerá de 17 a 20 de Julho.
Original: Revelation Song (Christ for The Nations)
Toda glória
ao Cordeiro
Cuja vida deu
Cavaleiro, fiel e verdadeiro
Que na Cruz venceu
Santo, Santo, Santo
É o Deus Onipotente
Que era e é e há de vir
Que enxuga todo pranto
Nele me alegrarei
Lá vem o Rei dos reis
Que reina pra sempre
Um arco-íris de cores vivas
envolve o trono de esplendor
Seu Cetro rege o Mundo
Do Seu amor profundo
Não há quem possa escapar
Santo, Santo, Santo…
Maravilhados
Nos prostramos
Ao ouvir Sua voz
Jesus, Teu nome é doce
és fonte de água viva
Mistério desvendado a todo que crê
Santo, Santo, Santo...
Apertado é o caminho
Porta estreita que leva ao Pai
Mas a visão é ampla
E o nosso horizonte
Não há quem possa limitar
* Esta será a canção oficial da VIII Convenção Internacional da REINA, que acontecerá de 17 a 20 de Julho.
quarta-feira, maio 27, 2009
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Homem de poucas palavras, mas cuja presença se fazia sentir pela ternura e carinho com que tratava todos ao seu redor. Pr. Lacionírio esteve à frente da REINA de Nilópolis por muitos anos, obra que ele começou ao lado de sua esposa Missionária Margarida.
Deixou este mundo de maneira serena enquanto dormia.
Quando recebi hoje pela manhã a notícia de seu falecimento, pensei: Perdi um dos meus maiores intercessores. Lacionírio era homem de oração.
Resta-nos o consolo do Espírito Santo pelo vazio que ele deixará na família reinista. E que o mesmo Espírito fortaleça o coração de sua esposa, filhos e demais familiares.
Embora o título da postagem seja "O Adeus...", o fato é que a morte já foi vencida por Cristo, e por isso, já não se constitui um "adeus", mas apenas um "até logo", ou "nos vemos em breve".
O povo reinista jamais esquece de seus heróis. Obrigado Senhor, por nos permitir testemunhar a trajetória deste grande servo de Deus. Obrigado pela lição de perseverança e amor que recebemos através de sua vida.
O Adeus a um herói reinista

Homem de poucas palavras, mas cuja presença se fazia sentir pela ternura e carinho com que tratava todos ao seu redor. Pr. Lacionírio esteve à frente da REINA de Nilópolis por muitos anos, obra que ele começou ao lado de sua esposa Missionária Margarida.
Deixou este mundo de maneira serena enquanto dormia.
Quando recebi hoje pela manhã a notícia de seu falecimento, pensei: Perdi um dos meus maiores intercessores. Lacionírio era homem de oração.
Resta-nos o consolo do Espírito Santo pelo vazio que ele deixará na família reinista. E que o mesmo Espírito fortaleça o coração de sua esposa, filhos e demais familiares.
Embora o título da postagem seja "O Adeus...", o fato é que a morte já foi vencida por Cristo, e por isso, já não se constitui um "adeus", mas apenas um "até logo", ou "nos vemos em breve".
O povo reinista jamais esquece de seus heróis. Obrigado Senhor, por nos permitir testemunhar a trajetória deste grande servo de Deus. Obrigado pela lição de perseverança e amor que recebemos através de sua vida.
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Fico constantemente confuso com a estranha forma como Deus escolhe seus amigos.
Deus faz algumas escolhas as quais considero muito engraçadas, ou seja, escolhas que eu não faria necessariamente. Veja, sempre pensei que Deus tinha uma casa enorme na qual as pessoas que o obedeciam poderiam morar, louvar e ter comunhão. Do lado de fora ficariam as que não o obedeciam. Eu, é claro, entraria porque sempre fiz a vontade Dele, ou pelo menos tentava fazer. Achei que minha sinceridade fosse o passe para entrar. Mas eu estava errado.
Deus disse a Moisés em Êxodo 33:19: “Diante de você farei passar toda a minha bondade, e diante de você proclamarei o meu nome: O Senhor. Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão.” Em outras palavras, Deus escolherá seus amigos e ponto final.
Isso sempre me incomodou. Sou provavelmente tão religioso quanto alguém que você já conheceu. Talvez até mais. Dou aula de religião em um curso de pós-graduação. Fico em pé diante de milhares de pessoas e falo sobre assuntos religiosos. Escrevo livros religiosos, faço seminários e programas de rádio religiosos.
Sou muito religioso.
O que me incomoda é que Deus escolhe amar pessoas que não são religiosas, ou que não são tão religiosas quanto eu. Tenho aprendido que Deus faz, de acordo com o meu julgamento, escolhas estranhas. Ele ama pessoas as quais detesto e tem misericórdia de pessoas das quais eu jamais teria. Ele move seu Espírito para além de instituições religiosas e faz amizade com pessoas de quem eu nunca seria amigo.
Whoopi Goldberg, que diz não acreditar em Deus, não é uma de minhas pessoas preferidas. Mas você assistiu ao filme Mudança de hábito? É sobre uma mulher, cantora de boate, que está fugindo de ladrões que querem matá-la. O que faz desta fuga algo único é o fato de que ela se esconde em um convento católico romano. A cantora então se veste como freira, torna-se a regente do coral e ensina as demais freiras a cantar músicas mais animadas e divertidas do que as que geralmente cantavam no convento.
O que me chama a atenção nesta história é que no início do filme a igreja do convento é velha e cheia de pessoas idosas e muito religiosas. Uma vez que a cantora/freira começa a dirigir o coral, no entanto, pessoas marginalizadas (prostitutas, viciados e outras personagens estranhas) começam a entrar na igreja, lotando-a.
Quando vi esta cena pela primeira vez, comecei a chorar (Quase nunca choro. Sou homem, entende?). Minha esposa estava comigo e seu olhar me dizia claramente: “Pare com isso! Isto é uma comédia. Você não percebe que todos no cinema estão rindo e você está chorando? Vou sentar em outro lugar e fingir que não lhe conheço.”
No entanto, eu não conseguia parar de chorar. Quando o filme acabou, questionei a Deus a respeito da minha reação peculiar e senti que a resposta dele dizia que era a ação de Deus. Ele estava falando comigo naquela cena.
Reclamei dizendo: “Mas Senhor, Whoopi Goldberg? Por que o Senhor não falou comigo através do Billy Graham ou do papa?” Não tive resposta.
Constantemente sonho que estou em casa, enfim, no céu, sentado à mesa do Senhor para a ceia de casamento do Cordeiro. Todo tipo de pessoa está presente. O clero está lá, alguns líderes da igreja e até um ou dois pastores televangelistas. Mas quando olho a minha volta, vejo aqueles que cometeram adultério no passado, vejo mentirosos e ladrões. Existem garotos e garotas de programa, cobradores de impostos e bêbados. Também vejo alguns que já foram homossexuais, viciados em sexo e ex-glutões. E, francamente, fico chocado.
Então, no meu sonho, ouço uma voz vinda do trono e palavras direcionadas a mim. É a voz Deus, que me pergunta: “O que você pensa que está fazendo aqui?”. Acho que ele está brincando comigo, mas não tenho certeza. Geralmente acordo antes de descobrir.
Costumava pensar que o amor de Deus poderia ser logicamente explicado e mensurado. Agora compreendo que o amor de Deus é muito mais profundo do que podemos tentar conceber.
Houve um tempo em que eu tinha certeza de que podia explicar e defender Deus. Descobri, no entanto, que ele está além da explicação e que não precisa de defensores. Ele estava muito bem antes de eu chegar, e ficará muito bem depois que eu for embora. Mas, por alguma razão, este grande, assustador e confuso Deus que escolhe amigos estranhos escolheu me amar. Vejo seu amor em tudo, sem exceção. A questão não é: “Onde está o amor de Deus?”, mas sim “Onde não está o amor de Deus?”.
Steve Brown é professor do Seminário Teológico Reformado em Orlando – Flórida, Estados Unidos, e pode ser ouvido em seu programa de rádio na Key Life (www.keylife.org).
Estranho amor de Deus
Fico constantemente confuso com a estranha forma como Deus escolhe seus amigos.Deus faz algumas escolhas as quais considero muito engraçadas, ou seja, escolhas que eu não faria necessariamente. Veja, sempre pensei que Deus tinha uma casa enorme na qual as pessoas que o obedeciam poderiam morar, louvar e ter comunhão. Do lado de fora ficariam as que não o obedeciam. Eu, é claro, entraria porque sempre fiz a vontade Dele, ou pelo menos tentava fazer. Achei que minha sinceridade fosse o passe para entrar. Mas eu estava errado.
Deus disse a Moisés em Êxodo 33:19: “Diante de você farei passar toda a minha bondade, e diante de você proclamarei o meu nome: O Senhor. Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão.” Em outras palavras, Deus escolherá seus amigos e ponto final.
Isso sempre me incomodou. Sou provavelmente tão religioso quanto alguém que você já conheceu. Talvez até mais. Dou aula de religião em um curso de pós-graduação. Fico em pé diante de milhares de pessoas e falo sobre assuntos religiosos. Escrevo livros religiosos, faço seminários e programas de rádio religiosos.
Sou muito religioso.
O que me incomoda é que Deus escolhe amar pessoas que não são religiosas, ou que não são tão religiosas quanto eu. Tenho aprendido que Deus faz, de acordo com o meu julgamento, escolhas estranhas. Ele ama pessoas as quais detesto e tem misericórdia de pessoas das quais eu jamais teria. Ele move seu Espírito para além de instituições religiosas e faz amizade com pessoas de quem eu nunca seria amigo.
Whoopi Goldberg, que diz não acreditar em Deus, não é uma de minhas pessoas preferidas. Mas você assistiu ao filme Mudança de hábito? É sobre uma mulher, cantora de boate, que está fugindo de ladrões que querem matá-la. O que faz desta fuga algo único é o fato de que ela se esconde em um convento católico romano. A cantora então se veste como freira, torna-se a regente do coral e ensina as demais freiras a cantar músicas mais animadas e divertidas do que as que geralmente cantavam no convento.
O que me chama a atenção nesta história é que no início do filme a igreja do convento é velha e cheia de pessoas idosas e muito religiosas. Uma vez que a cantora/freira começa a dirigir o coral, no entanto, pessoas marginalizadas (prostitutas, viciados e outras personagens estranhas) começam a entrar na igreja, lotando-a.
Quando vi esta cena pela primeira vez, comecei a chorar (Quase nunca choro. Sou homem, entende?). Minha esposa estava comigo e seu olhar me dizia claramente: “Pare com isso! Isto é uma comédia. Você não percebe que todos no cinema estão rindo e você está chorando? Vou sentar em outro lugar e fingir que não lhe conheço.”
No entanto, eu não conseguia parar de chorar. Quando o filme acabou, questionei a Deus a respeito da minha reação peculiar e senti que a resposta dele dizia que era a ação de Deus. Ele estava falando comigo naquela cena.
Reclamei dizendo: “Mas Senhor, Whoopi Goldberg? Por que o Senhor não falou comigo através do Billy Graham ou do papa?” Não tive resposta.
Constantemente sonho que estou em casa, enfim, no céu, sentado à mesa do Senhor para a ceia de casamento do Cordeiro. Todo tipo de pessoa está presente. O clero está lá, alguns líderes da igreja e até um ou dois pastores televangelistas. Mas quando olho a minha volta, vejo aqueles que cometeram adultério no passado, vejo mentirosos e ladrões. Existem garotos e garotas de programa, cobradores de impostos e bêbados. Também vejo alguns que já foram homossexuais, viciados em sexo e ex-glutões. E, francamente, fico chocado.
Então, no meu sonho, ouço uma voz vinda do trono e palavras direcionadas a mim. É a voz Deus, que me pergunta: “O que você pensa que está fazendo aqui?”. Acho que ele está brincando comigo, mas não tenho certeza. Geralmente acordo antes de descobrir.
Costumava pensar que o amor de Deus poderia ser logicamente explicado e mensurado. Agora compreendo que o amor de Deus é muito mais profundo do que podemos tentar conceber.
Houve um tempo em que eu tinha certeza de que podia explicar e defender Deus. Descobri, no entanto, que ele está além da explicação e que não precisa de defensores. Ele estava muito bem antes de eu chegar, e ficará muito bem depois que eu for embora. Mas, por alguma razão, este grande, assustador e confuso Deus que escolhe amigos estranhos escolheu me amar. Vejo seu amor em tudo, sem exceção. A questão não é: “Onde está o amor de Deus?”, mas sim “Onde não está o amor de Deus?”.
Steve Brown é professor do Seminário Teológico Reformado em Orlando – Flórida, Estados Unidos, e pode ser ouvido em seu programa de rádio na Key Life (www.keylife.org).
terça-feira, maio 26, 2009
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domingo, maio 24, 2009
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Pra quem acredita no futuro...
sábado, maio 23, 2009
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Hoje, amanheci meio melancólico, pensando na vida, nas pessoas, nas decepções. Tomei a Bíblia, resolvi lê-la. Deparei-me com um versículo no mínimo intrigante:
"Porque na muita sabedoria há muito enfado; o que aumenta seu conhecimento aumenta a tristeza". Eclesiastes 1:18
Quando me deparei com estas palavras do sábio pregador, comecei a refletir de como era "bom" a minha velha "ignorância".
Que saudade da minha ignorância, quando na minha inocência eu acreditava nas pessoas, pensando que todas tinham um coração como o de Cristo.
Que saudade da minha ignorância, quando no meu idealismo acreditava que as instituições governamentais poderiam, de alguma forma, mudar a realidade.
Que saudade da minha ignorância, quando os meus sonhos via a igreja como um povo que estava preparado para renovar o mundo.
Que saudade da minha ignorância, quando na minha tolice achava que era mais do que realmente eu sou.
Quanto mais conheço a vida, percebo que ela é passageira.
Quanto mais conheço as pessoas, percebo que elas são traiçoeiras.
Quanto mais conheço de política, vejo que os governos são corruptos.
Quanto mais conheço a Deus, vejo que eu não valho nada.
Quanto mais conheço as coisas, mais triste me torno com a realidade que me cerca.
Mas me pergunte se eu quero voltar a ser ignorante! A resposta é não! O ignorante não sofre, mas também não resolve!
Não quero ser cínico, prefiro conhecer e busca mudar as coisas que não estão certas. O tempo e o Modo eu busco de Cristo, como ele quer que isso aconteça.
Texto de Cecílio C. Fernandes Jr.
Via Blog da REINA - Engenho Novo
Saudades da Ignorância?
Hoje, amanheci meio melancólico, pensando na vida, nas pessoas, nas decepções. Tomei a Bíblia, resolvi lê-la. Deparei-me com um versículo no mínimo intrigante:"Porque na muita sabedoria há muito enfado; o que aumenta seu conhecimento aumenta a tristeza". Eclesiastes 1:18
Quando me deparei com estas palavras do sábio pregador, comecei a refletir de como era "bom" a minha velha "ignorância".
Que saudade da minha ignorância, quando na minha inocência eu acreditava nas pessoas, pensando que todas tinham um coração como o de Cristo.
Que saudade da minha ignorância, quando no meu idealismo acreditava que as instituições governamentais poderiam, de alguma forma, mudar a realidade.
Que saudade da minha ignorância, quando os meus sonhos via a igreja como um povo que estava preparado para renovar o mundo.
Que saudade da minha ignorância, quando na minha tolice achava que era mais do que realmente eu sou.
Quanto mais conheço a vida, percebo que ela é passageira.
Quanto mais conheço as pessoas, percebo que elas são traiçoeiras.
Quanto mais conheço de política, vejo que os governos são corruptos.
Quanto mais conheço a Deus, vejo que eu não valho nada.
Quanto mais conheço as coisas, mais triste me torno com a realidade que me cerca.
Mas me pergunte se eu quero voltar a ser ignorante! A resposta é não! O ignorante não sofre, mas também não resolve!
Não quero ser cínico, prefiro conhecer e busca mudar as coisas que não estão certas. O tempo e o Modo eu busco de Cristo, como ele quer que isso aconteça.
Texto de Cecílio C. Fernandes Jr.
Via Blog da REINA - Engenho Novo
quinta-feira, maio 21, 2009
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Os cinco lados da intimidade
Henry era geralmente jovial e positivo. Na noite passada, no entanto, ele chegou atrasado ao nosso encontro na igreja e não tinha muito que dizer. “Nunca entendi as mulheres” - ele me disse após o encontro. “Minha esposa acha que precisamos de mais intimidade. Ela diz que não somos tão próximos quanto já fomos um dia. Não sei do que ela está falando. Pensei que tínhamos um bom casamento”.
Há algo sobre nossa forma psicológica, espiritual e física que clama por intimidade uns com os outros. Isso ocorre, porque Deus desenhou o casamento para ser a mais íntima das relações humanas, na qual dividimos a vida intelectual, social, emocional, espiritual e física.
Você e seu cônjuge são íntimos desta forma?
Intimidade intelectual - Não diz respeito à discussão de idéias altamente intelectuais. O importante é discutir seus pensamentos. Podem ser pensamentos sobre comida, finanças, saúde, crime, trabalho e política. Eles revelam algo sobre o que se passou em sua mente durante o dia.
Intimidade social - Significa dedicar tempo aos eventos da vida. Alguns desses eventos serão experiências em que estaremos juntos; outros acontecerão enquanto estivermos separados, e dividiremos as experiências através de comunicação aberta. Muitas coisas na vida envolvem o fazer. Quando fazemos coisas juntos não apenas desenvolvemos vivência comunitária, mas também aprofundamos a intimidade.
Intimidade emocional - Sentimentos são a nossa resposta emocional espontânea ao que encontramos nos cinco lados da intimidade. Se eu vir um caminhão de bombeiros correndo pela avenida, me sinto incomodado. Se você toca minha mão, me sinto amado. Quando dividimos emoções, construímos intimidade emocional.
Intimidade espiritual - Geralmente a mais preterida das bases da intimidade matrimonial, porém tem impacto significativo nas outras. Não requer concordância em cada detalhe. Porém, buscamos dizer ao outro o que há em nosso interior. Discutimos nossos pensamentos sobre a realidade espiritual. O propósito não é concordância e sim compreensão.
Intimidade física - Homens e mulheres são diferentes (graças a Deus pelas diferenças!), portanto geralmente chegamos à intimidade sexual de forma diferente. O marido dá maior ênfase aos aspectos físicos - olhar, tocar e o clímax são os focos de sua atenção. A esposa, no entanto, encontra a intimidade sexual com mais interesse no relacionamento. Sentir-se amada, apreciada e tratada com ternura, traz a ela grande alegria. Intimidade sexual requer compreensão e resposta a estas diferenças.
Um ingrediente essencial da intimidade é permitir que seu cônjuge seja ele mesmo sem obrigá-lo a se conformar com seus ideais.
Na intimidade, tentamos nos aproximar, não eliminar “o que é do outro”, e sim apreciar as diferenças. Homens e mulheres são diferentes e não devemos, nem mesmo com a melhor das intenções, destruir tais diferenças.
O que nos impede de experimentar a intimidade? Todos nós somos egoístas, o mundo gira ao nosso redor. No entanto, quando nosso foco é este, perdemos a intimidade. O oposto do egoísmo é o amor. O amor concentra-se no bem-estar do cônjuge. Investimos tempo para ouvir seus pensamentos, sentimentos e desejos. Buscamos compreender e responder com empatia. Escolhemos fazer coisas juntos, e até coisas que possam não ser nossas atividades favoritas, pelo simples fato de que queremos estar juntos.
Neste contexto de intimidade nos tornamos suporte carinhoso um para o outro, o que constrói um casamento mais forte.
Gary Chapman, Ph.D., é casado há mais de 45 anos com Karolyn. “Doctor Love” (ou Doutor Amor, como é conhecido nos EUA) já escreveu mais de 15 livros, sendo a grande maioria sobre relacionamento afetivo, o que faz de Chapman um dos maiores autores do mundo no gênero. Seu livro mais conhecido é “As cinco linguagens do amor”.
Intimidade é mais do que apenas sexo
Os cinco lados da intimidadeHenry era geralmente jovial e positivo. Na noite passada, no entanto, ele chegou atrasado ao nosso encontro na igreja e não tinha muito que dizer. “Nunca entendi as mulheres” - ele me disse após o encontro. “Minha esposa acha que precisamos de mais intimidade. Ela diz que não somos tão próximos quanto já fomos um dia. Não sei do que ela está falando. Pensei que tínhamos um bom casamento”.
Há algo sobre nossa forma psicológica, espiritual e física que clama por intimidade uns com os outros. Isso ocorre, porque Deus desenhou o casamento para ser a mais íntima das relações humanas, na qual dividimos a vida intelectual, social, emocional, espiritual e física.
Você e seu cônjuge são íntimos desta forma?
Intimidade intelectual - Não diz respeito à discussão de idéias altamente intelectuais. O importante é discutir seus pensamentos. Podem ser pensamentos sobre comida, finanças, saúde, crime, trabalho e política. Eles revelam algo sobre o que se passou em sua mente durante o dia.
Intimidade social - Significa dedicar tempo aos eventos da vida. Alguns desses eventos serão experiências em que estaremos juntos; outros acontecerão enquanto estivermos separados, e dividiremos as experiências através de comunicação aberta. Muitas coisas na vida envolvem o fazer. Quando fazemos coisas juntos não apenas desenvolvemos vivência comunitária, mas também aprofundamos a intimidade.
Intimidade emocional - Sentimentos são a nossa resposta emocional espontânea ao que encontramos nos cinco lados da intimidade. Se eu vir um caminhão de bombeiros correndo pela avenida, me sinto incomodado. Se você toca minha mão, me sinto amado. Quando dividimos emoções, construímos intimidade emocional.
Intimidade espiritual - Geralmente a mais preterida das bases da intimidade matrimonial, porém tem impacto significativo nas outras. Não requer concordância em cada detalhe. Porém, buscamos dizer ao outro o que há em nosso interior. Discutimos nossos pensamentos sobre a realidade espiritual. O propósito não é concordância e sim compreensão.
Intimidade física - Homens e mulheres são diferentes (graças a Deus pelas diferenças!), portanto geralmente chegamos à intimidade sexual de forma diferente. O marido dá maior ênfase aos aspectos físicos - olhar, tocar e o clímax são os focos de sua atenção. A esposa, no entanto, encontra a intimidade sexual com mais interesse no relacionamento. Sentir-se amada, apreciada e tratada com ternura, traz a ela grande alegria. Intimidade sexual requer compreensão e resposta a estas diferenças.
Um ingrediente essencial da intimidade é permitir que seu cônjuge seja ele mesmo sem obrigá-lo a se conformar com seus ideais.
Na intimidade, tentamos nos aproximar, não eliminar “o que é do outro”, e sim apreciar as diferenças. Homens e mulheres são diferentes e não devemos, nem mesmo com a melhor das intenções, destruir tais diferenças.
O que nos impede de experimentar a intimidade? Todos nós somos egoístas, o mundo gira ao nosso redor. No entanto, quando nosso foco é este, perdemos a intimidade. O oposto do egoísmo é o amor. O amor concentra-se no bem-estar do cônjuge. Investimos tempo para ouvir seus pensamentos, sentimentos e desejos. Buscamos compreender e responder com empatia. Escolhemos fazer coisas juntos, e até coisas que possam não ser nossas atividades favoritas, pelo simples fato de que queremos estar juntos.
Neste contexto de intimidade nos tornamos suporte carinhoso um para o outro, o que constrói um casamento mais forte.
Gary Chapman, Ph.D., é casado há mais de 45 anos com Karolyn. “Doctor Love” (ou Doutor Amor, como é conhecido nos EUA) já escreveu mais de 15 livros, sendo a grande maioria sobre relacionamento afetivo, o que faz de Chapman um dos maiores autores do mundo no gênero. Seu livro mais conhecido é “As cinco linguagens do amor”.
Fonte: Cristianismo Hoje
quarta-feira, maio 20, 2009
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sábado, maio 16, 2009
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terça-feira, maio 12, 2009
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Igreja Sonâmbula: Muito movimento, pouca consciência
segunda-feira, maio 11, 2009
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Graças a um santo esbarrão, hoje, às 18h., com 480g e 44 cm ,chegou ao Mundo mais uma enviada especial do futuro, Milena, primeira filha dos pastores Rodrigo e Mirilayne.
Queremos dar boas vindas à pequena Milena, na certeza de que o Espírito Santo há de lhe conduzir nas sendas desta vida, dando sabedoria a seus pais para iniciá-la no conhecimento da graça e do Reino de Cristo Jesus.
Parabéns aos pais, tios e avós, incluindo minha mãe (já é o décimo primeiro neto), e os pais de Rodrigo, Celso e Maria Teresa, avós de primeira viagem.
Pra quem ficou no vácuo quando eu disse "graças à um santo esbarrão", deixe-me explicar: em 1999, eu pastoreava na Vila da Penha, e apresentava um programa na Rádio Metropolitana AM. Num belo dia, dona Maria Teresa, mãe de Rodrigo, ouvia uma outra emissora na FM, quando esbarrou no aparelho, trocando da faixa FM para a AM. Quando ouviu nossa voz, achou que Deus estava falando com ela. Naquele mesmo dia, compareceu com sua família em nossa igreja. Na verdade, Rodrigo só veio depois, de cabelos compridos, tímido. Posteriormente, Rodrigo e Mirilayne começaram a namorar (não me perguntem quem foi o cupido dessa história de amor!). Portanto, foi graças àquele esbarrão abençoado, que esses dois corações se uniram, e hoje seu amor resultou no nascimento de Milena.
Mirilayne, jamais vou me esquecer do dia em que você nasceu. Foi naquele dia que eu começava meu ministério de ensino, à frente de uma classe de escola bíblica só de moças. De repente, nosso pai interrompe as classes para anunciar a sua chegada. Hoje, 25 anos depois, foi a vez de Milena. Só sinto não estar por perto, juntamente com a minha esposa e filhos, para assistir in loco a mais este espetáculo da vida.
Milena: a mais nova estrela de nossa constelação
Graças a um santo esbarrão, hoje, às 18h., com 480g e 44 cm ,chegou ao Mundo mais uma enviada especial do futuro, Milena, primeira filha dos pastores Rodrigo e Mirilayne.Queremos dar boas vindas à pequena Milena, na certeza de que o Espírito Santo há de lhe conduzir nas sendas desta vida, dando sabedoria a seus pais para iniciá-la no conhecimento da graça e do Reino de Cristo Jesus.
Parabéns aos pais, tios e avós, incluindo minha mãe (já é o décimo primeiro neto), e os pais de Rodrigo, Celso e Maria Teresa, avós de primeira viagem.
Pra quem ficou no vácuo quando eu disse "graças à um santo esbarrão", deixe-me explicar: em 1999, eu pastoreava na Vila da Penha, e apresentava um programa na Rádio Metropolitana AM. Num belo dia, dona Maria Teresa, mãe de Rodrigo, ouvia uma outra emissora na FM, quando esbarrou no aparelho, trocando da faixa FM para a AM. Quando ouviu nossa voz, achou que Deus estava falando com ela. Naquele mesmo dia, compareceu com sua família em nossa igreja. Na verdade, Rodrigo só veio depois, de cabelos compridos, tímido. Posteriormente, Rodrigo e Mirilayne começaram a namorar (não me perguntem quem foi o cupido dessa história de amor!). Portanto, foi graças àquele esbarrão abençoado, que esses dois corações se uniram, e hoje seu amor resultou no nascimento de Milena.
Mirilayne, jamais vou me esquecer do dia em que você nasceu. Foi naquele dia que eu começava meu ministério de ensino, à frente de uma classe de escola bíblica só de moças. De repente, nosso pai interrompe as classes para anunciar a sua chegada. Hoje, 25 anos depois, foi a vez de Milena. Só sinto não estar por perto, juntamente com a minha esposa e filhos, para assistir in loco a mais este espetáculo da vida.
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Transcrição do sermão pregado na manhã de hoje (10/05/09) Pastor Cecílio Junior. Santa Ceia ministrada na Reina do Engenho Novo.
Você já notou que, ainda antes de o neném nascer a mãe já o ama. Mesmo sem nunca ter visto o rosto da criança, só em saber que a criança já foi concebida a mãe já devota amor para com ela.
O amor de mãe é incondicional, ela nos ama antes mesmo de nós a amarmos. Assim como é o amor de Deus para conosco, nós O amamos porque ELE nos amou primeiro (I João 4:19).
Ainda antes de existirmos Deus nos ama. É um amor que antecede a existência, como diz em Jeremias 1:5a; "antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei".
Quando uma mãe está prestes a dar a luz, qual é o trabalho e o esforço de seu filho? Ele se esforça para nascer, ou é de sua mãe todo o trabalho para que ele nasça? Com certeza é da mãe todo esforço e trabalho para que a criança venha a nascer. Ela (a criança) apenas se deixar levar pelos esforços dispensados pela sua mãe.
E quando estamos prestes a nascer de novo, qual é o nosso esforço? É nosso o encargo de fazermos o trabalho de parto, ou é Deus quem faz todo o trabalho do novo nascimento?
Para responder a questão acima citada, vamos recorrer a João 1:12-13: "Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus."
Fica claro que o novo nascimento é um esforço 100% divino, sem qualquer tipo de participação humana.
Se uma criança embora sendo um ser vivo não se esforça para nascer, antes descansa no trabalho de parto da mãe. O que dizer de nós que estávamos mortos em nossos pecados e delitos, como teríamos alguma parcela participativa na salvação? De fato "pela sois salvos, mediante a fé e isso não vem de vós é dom de Deus" (Efésios 2;8), e sabe pra que? Para que ninguém se glorie (verso 9b). Soli Deo gloria!
Porque uma mãe ama o seu filho recém nascido? Durante 9 meses ele lhe causa dor, depressão, estrias, desejos estranhos, seu corpo se deforma e ele, ao invés de nascer sorrindo, já nasce chorando.
Assim também porque Deus nos ama tanto? Se durante a vida nos lhe causamos tanta dor, depressão, marcas de espinhos, seu corpo se deformou, e nós, ao invés de agradecermos, vivemos reclamando.
A explicação está no fato de que SUA Graça é maior do que qualquer pecado humano, não é a toa que onde abundou o pecado, superabundou a graça. E mais:
"Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)" (Efésios 2:2-5).
Depois que o bebê nasce sua mãe começa uma longa jornada para ensiná-lo a andar, falar, viver. Ainda que o seu filho tropece, ela insiste até que ele aprenda.
"Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho. Mas, como os chamavam, assim se iam da sua face; sacrificavam a baalins, e queimavam incenso às imagens de escultura. Todavia, eu ensinei a andar a Efraim; tomando-os pelos seus braços, mas não entenderam que eu os curava. Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor, e fui para eles como os que tiram o jugo de sobre as suas queixadas, e lhes dei mantimento" (Oséias 11:1-4).
Da mesma forma depois que somos regenerados, Deus nos ensina a andar como ELE andou, falar na linguagem do Reino e a viver em abundância. Ainda que o seu filho tropece, Ele insiste até que ele aprenda.
A conversão é algo instantâneo, acontece no momento em que nos rendemos a Cristo, já a santificação é algo paulatino, ocorre de glória em glória, e a garantia que temos é que Aquele que começou a boa obra é fiel para completa- la. Pois Deus é Paciente e Longânime e o motivo de nossa perseverança reside no fato de que ELE persevera por nós.
Por último, uma mãe dá a sua vida inteira por amor de seu filho, para que ele tenha uma grande vida! Sonhos são deixados de lado, única e exclusivamente para que a criança seja o centro das atenções.
"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti" (Isaías 49:15).
Assim também Jesus deu a SUA vida inteira para que tenhamos uma vida completa Nele!
Via Blog do Bruno Jardim
Deus: Um Pai com Amor de Mãe.
Transcrição do sermão pregado na manhã de hoje (10/05/09) Pastor Cecílio Junior. Santa Ceia ministrada na Reina do Engenho Novo.Você já notou que, ainda antes de o neném nascer a mãe já o ama. Mesmo sem nunca ter visto o rosto da criança, só em saber que a criança já foi concebida a mãe já devota amor para com ela.
O amor de mãe é incondicional, ela nos ama antes mesmo de nós a amarmos. Assim como é o amor de Deus para conosco, nós O amamos porque ELE nos amou primeiro (I João 4:19).
Ainda antes de existirmos Deus nos ama. É um amor que antecede a existência, como diz em Jeremias 1:5a; "antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei".
Quando uma mãe está prestes a dar a luz, qual é o trabalho e o esforço de seu filho? Ele se esforça para nascer, ou é de sua mãe todo o trabalho para que ele nasça? Com certeza é da mãe todo esforço e trabalho para que a criança venha a nascer. Ela (a criança) apenas se deixar levar pelos esforços dispensados pela sua mãe.
E quando estamos prestes a nascer de novo, qual é o nosso esforço? É nosso o encargo de fazermos o trabalho de parto, ou é Deus quem faz todo o trabalho do novo nascimento?
Para responder a questão acima citada, vamos recorrer a João 1:12-13: "Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus."
Fica claro que o novo nascimento é um esforço 100% divino, sem qualquer tipo de participação humana.
Se uma criança embora sendo um ser vivo não se esforça para nascer, antes descansa no trabalho de parto da mãe. O que dizer de nós que estávamos mortos em nossos pecados e delitos, como teríamos alguma parcela participativa na salvação? De fato "pela sois salvos, mediante a fé e isso não vem de vós é dom de Deus" (Efésios 2;8), e sabe pra que? Para que ninguém se glorie (verso 9b). Soli Deo gloria!
Porque uma mãe ama o seu filho recém nascido? Durante 9 meses ele lhe causa dor, depressão, estrias, desejos estranhos, seu corpo se deforma e ele, ao invés de nascer sorrindo, já nasce chorando.
Assim também porque Deus nos ama tanto? Se durante a vida nos lhe causamos tanta dor, depressão, marcas de espinhos, seu corpo se deformou, e nós, ao invés de agradecermos, vivemos reclamando.
A explicação está no fato de que SUA Graça é maior do que qualquer pecado humano, não é a toa que onde abundou o pecado, superabundou a graça. E mais:
"Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)" (Efésios 2:2-5).
Depois que o bebê nasce sua mãe começa uma longa jornada para ensiná-lo a andar, falar, viver. Ainda que o seu filho tropece, ela insiste até que ele aprenda.
"Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho. Mas, como os chamavam, assim se iam da sua face; sacrificavam a baalins, e queimavam incenso às imagens de escultura. Todavia, eu ensinei a andar a Efraim; tomando-os pelos seus braços, mas não entenderam que eu os curava. Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor, e fui para eles como os que tiram o jugo de sobre as suas queixadas, e lhes dei mantimento" (Oséias 11:1-4).
Da mesma forma depois que somos regenerados, Deus nos ensina a andar como ELE andou, falar na linguagem do Reino e a viver em abundância. Ainda que o seu filho tropece, Ele insiste até que ele aprenda.
A conversão é algo instantâneo, acontece no momento em que nos rendemos a Cristo, já a santificação é algo paulatino, ocorre de glória em glória, e a garantia que temos é que Aquele que começou a boa obra é fiel para completa- la. Pois Deus é Paciente e Longânime e o motivo de nossa perseverança reside no fato de que ELE persevera por nós.
Por último, uma mãe dá a sua vida inteira por amor de seu filho, para que ele tenha uma grande vida! Sonhos são deixados de lado, única e exclusivamente para que a criança seja o centro das atenções.
"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti" (Isaías 49:15).
Assim também Jesus deu a SUA vida inteira para que tenhamos uma vida completa Nele!
Via Blog do Bruno Jardim
domingo, maio 10, 2009
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Mãe, neste dia das mães, gostaria de lhe agradecer por ser a pessoa especial que é.
Obrigado e Perdoe-me, Mamãe
Mãe, neste dia das mães, gostaria de lhe agradecer por ser a pessoa especial que é.Por me hospedar em seu ventre por nove meses, obrigado.
Por me alimentar com precioso leite dos seus seios, obrigado.
Pelas noites mal-dormidas por minha causa, obrigado. Não apenas quando era nenê, mas sobretudo em minha adolescência.
Por todas as vezes em que nos reuniu, a mim e meus irmãos para orar no culto doméstico, obrigado.
Por ter me ensinado as primeiras lições das Escrituras, obrigado.
Por ter me incentivado a aprender música, obrigado.
Por ter intercedido junto ao meu pai, para que ele abençoasse meu namoro, obrigado.
Por ter lutado por tantos anos ao lado do meu velho pai, obrigado.
Por ser um exemplo de caráter, santidade, fidelidade, obrigado.
Pelas vezes em que me acordou de madrugada com suas lágrimas enquanto orava por mim, obrigado.
Não apenas lhe devo gratidão, como também lhe peço perdão.
Pelas noites mal-dormidas por minha causa, perdoe-me.
Pelas rugas que lhe causei, perdoe-me.
Pelas vezes em que lhe decepcionei, perdoe-me.
Pelas minha rebeldia de adolescência, perdoe-me.
Por nem sempre atender aos seus conselhor, perdoe-me.
Se às vezes não lhe dei o devido valor, perdoe-me.
Por todas as dores que lhe causei, desde o parto até minha partida, perdoe-me.
Por estar tão longe da senhora neste dia das mães, perdoe-me.
Saiba que te amo muito, e aproveito este dia das mães para expressar publicamente minha admiração pela mulher escolhida por Deus para me gerar.
Mãe, eu sei que a senhora não tem o costume de ler meu blog. Minha esperança é que alguém que leia esta singela homenagem, possa lhe contar.
sexta-feira, maio 08, 2009
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Coisas que a vida ensina depois dos 40
Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina. Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...
(Artur da Távola) .
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina. Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...
(Artur da Távola) .
quinta-feira, maio 07, 2009
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A Sede da REINA - Igreja do Futuro, está situada à Rua Piratini, 75, Centro de Duque de Caxias, RJ, em frente à Quadra da Escola de Samba Grande Rio.
Sonambulismo Espiritual

A Sede da REINA - Igreja do Futuro, está situada à Rua Piratini, 75, Centro de Duque de Caxias, RJ, em frente à Quadra da Escola de Samba Grande Rio.
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Esses dias, enquanto brinco com meus filhos, tenho sido pego de surpresa por uma onda de nostalgia. Tenho tido saudade. Não me refiro aqui à saudade da pátria, ou mesmo dos amigos que lá deixei. Mas falo agora de uma saudade diferente. Saudade de mim mesmo. Saudade daquela criança que fui, sonhadora, que vivia num mundo de fantasia, e que hoje está dormindo dentro de mim, ninada pelo ceticismo da vida adulta.
Saudade de mim mesmo...
Esses dias, enquanto brinco com meus filhos, tenho sido pego de surpresa por uma onda de nostalgia. Tenho tido saudade. Não me refiro aqui à saudade da pátria, ou mesmo dos amigos que lá deixei. Mas falo agora de uma saudade diferente. Saudade de mim mesmo. Saudade daquela criança que fui, sonhadora, que vivia num mundo de fantasia, e que hoje está dormindo dentro de mim, ninada pelo ceticismo da vida adulta.Neste ano completo 40 anos. Receio que daqui por diante, minhas memórias de infância se percam. Por isso, decidi registrá-las neste blog. Ninguém é obrigado a lê-las. São coisas de criança, ou melhor, de marmanjo com saudade da infância.
Hoje, por exemplo, enquanto brincava na piscina da casa de Gene com meus filhos, fui tomado de súbito pela lembrança dos anos em que vivi no bairro de Piedade, na Rua Gomes Serpa 455. Mudamos para lá em 1981. Foi nossa primeira casa própria. O que mais me encantava naquela casa era o coqueiro que havia em frente à varanda (depois falo mais sobre ele), as duas amendoeiras na calçada e, principalmente, a piscina. Não era nenhuma "brastemp", apenas uma piscina de 3 mil litros. Mas aos olhos de uma criança sonhadora, era como uma piscina olímpica.
Algumas coisas me aborreciam nela. Primeiro, demorava muito pra enchê-la. Era necessário um dia e meio. Eu ficava impaciente. Segundo, tínhamos que "pescar" as lacraias que apareciam por lá, antes de mergulhar. E terceiro, não conseguia entender porque a água não ficava azul como nas piscinas que via pela televisão.
Alguém me contou que aquele efeito provinha do cloro. Um dia, de tanto insistir com meu pai, ele permitiu que eu e um irmão lá da igreja fôssemos a uma casa especializada comprar o tal "cloro milagroso". Nunca havia andado tanto em minha vida. De Piedade a Cascadura, eram como três quilômetros (para uma criança de onze anos é o suficiente pra tirar o fôlego).
Cheguei em casa ansioso para ver o que aconteceria quando lançasse o cloro na água da piscina. Que decepção. A água continuava verde como antes, porém agora, cheirava a água sanitária.
Uma frustração minha é que jamais aprendi a mergulhar. Gostava de ver meu primo Úldei e alguns poucos amigos, como o Daniel, filho do Pr. Waldomiro, dando saltos mortais. Mas toda vez que tentava, batia com o peito n'água, e saía morrendo de dor.
Hoje me lembrei disso enquanto via Rhuan mergulhando de cabeça e dando mortais.
Só havia algo em que ninguém me superava: ficar debaixo d'água sem respirar. Ainda hoje venço meus filhos nesta proeza, inspirada na série "O homem do fundo do mar", exibida pela Bandeirantes no final dos anos 70.
Também nunca aprendi a boiar. Eu sempre afundo! Mas pelo menos, sei nadar. Nado até de costas! Cachorrinho. Borboleta. Peito. Mas mergulhar que é bom, neca de pitibiriba.
Glória a Deus por esses dias com meus filhos. Não tem sido fácil, pois ainda não conseguimos uma casa para alugar aqui nos EUA. Mas pelo menos, tenho passado mais tempo com eles. Daqui a pouco, eles estarão adultos, e só restará a saudade. Saudade deles quando crianças, saudade de mim.
Meu conselho para eles talvez sirva pra mais alguém: não tenha pressa de crescer. Viva intensamente sua infância, pois é, sem dúvida, a melhor fase de sua vida.
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memórias da infância,
Voltando a inocência
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Até para piorar, tenho que me aperfeiçoar. A decadência exige preparo e esforço. Uma sucessão de corridas cardíacas.
Eu me concentro na tristeza. Entro numa regressão hipnótica, exploro o que há de mais confuso para esquecer as perguntas. Puxo as piores lembranças, repriso cenas remotas de escárnio, inclusive invento algumas na ausência de motivo. Soluço para borbulhar minha garganta e miro em um ponto fixo da infância. Não vale a pena pagar o ingresso. O desespero se repete e apenas empobrece sua interpretação.
Chorar é uma das atitudes mais ensaiadas da vida. Choro mesmo termina em esfoliação com os botões da manga, não vamos procurar lenço de papel ou a porção mais macia da roupa. No choro mesmo, a mulher não se lembrará de que está desmanchando a pintura e escorrendo o batom, o homem não irá olhar aos lados para não ser apanhado balbuciando em russo. Choro mesmo desidrata, não se importa com o que os outros vão pensar.
O desencanto representa uma decisão, não uma fatalidade, e não estou falando de situações de luto e perda. Refiro-me a tristezas ordinárias, miúdas, à toa, que poderíamos sair com facilidade, mas decidimos retardar o estado para criar importância. O coitado acredita que chamar atenção é melhor do que dar atenção.
Ao invés de acolher gentilezas e mudar de assunto, produzimos o efeito contrário e mergulhamos na mendicância de si. Na arrogância de mendigo. O mendigo não aceita qualquer coisa, ele cobra sua pobreza.
Os olhos são chapéus recebendo moedas. Optamos pela posição mais desconfortável, própria de suicida a ser encontrado pelos vizinhos. Nunca cogitaremos um travesseiro ou uma almofada de apoio para as costas. Deitaremos em percevejos para acentuar o martírio e contrair a ferrugem das obsessões.
Há a noção de que a tristeza é gratuita, irreversível. Não avaliamos o quanto trabalhamos para que ela cresça e se multiplique em filhos.
Colocamos a música mais plangente no aparelho, telefonamos para o amigo mais catatônico, retiramos o extrato da conta, marcamos uma reunião com o chefe para ouvir as críticas de nosso serviço. Tristeza é premeditada. Há muita mobilidade para conseguir a imobilidade. Não se forma uma melancolia sem uma imensa vontade de se destruir e forjar provas.
Nossa tristeza é bastarda, mente que não tem pai e mãe e tampouco deseja ser adotada. O modo mais contundente de abandoná-la é não pensar. Mas pensamos, nos acusamos, nos processamos.
Cresce a piedade do que nem se ouviu. Destinamos toda a nossa generosidade para nos deserdar.
A humildade que surge da tristeza é falsa. Humildade não significa se rebaixar, e sim reconhecer nossa pequeneza. A pequeneza de aceitar que a alegria pode não ser nossa e ainda assim nos pertencer.
Texto de Fabrício Carpinejar [via Pavablog]
Humildade falsa
Até para piorar, tenho que me aperfeiçoar. A decadência exige preparo e esforço. Uma sucessão de corridas cardíacas.Eu me concentro na tristeza. Entro numa regressão hipnótica, exploro o que há de mais confuso para esquecer as perguntas. Puxo as piores lembranças, repriso cenas remotas de escárnio, inclusive invento algumas na ausência de motivo. Soluço para borbulhar minha garganta e miro em um ponto fixo da infância. Não vale a pena pagar o ingresso. O desespero se repete e apenas empobrece sua interpretação.
Chorar é uma das atitudes mais ensaiadas da vida. Choro mesmo termina em esfoliação com os botões da manga, não vamos procurar lenço de papel ou a porção mais macia da roupa. No choro mesmo, a mulher não se lembrará de que está desmanchando a pintura e escorrendo o batom, o homem não irá olhar aos lados para não ser apanhado balbuciando em russo. Choro mesmo desidrata, não se importa com o que os outros vão pensar.
O desencanto representa uma decisão, não uma fatalidade, e não estou falando de situações de luto e perda. Refiro-me a tristezas ordinárias, miúdas, à toa, que poderíamos sair com facilidade, mas decidimos retardar o estado para criar importância. O coitado acredita que chamar atenção é melhor do que dar atenção.
Ao invés de acolher gentilezas e mudar de assunto, produzimos o efeito contrário e mergulhamos na mendicância de si. Na arrogância de mendigo. O mendigo não aceita qualquer coisa, ele cobra sua pobreza.
Os olhos são chapéus recebendo moedas. Optamos pela posição mais desconfortável, própria de suicida a ser encontrado pelos vizinhos. Nunca cogitaremos um travesseiro ou uma almofada de apoio para as costas. Deitaremos em percevejos para acentuar o martírio e contrair a ferrugem das obsessões.
Há a noção de que a tristeza é gratuita, irreversível. Não avaliamos o quanto trabalhamos para que ela cresça e se multiplique em filhos.
Colocamos a música mais plangente no aparelho, telefonamos para o amigo mais catatônico, retiramos o extrato da conta, marcamos uma reunião com o chefe para ouvir as críticas de nosso serviço. Tristeza é premeditada. Há muita mobilidade para conseguir a imobilidade. Não se forma uma melancolia sem uma imensa vontade de se destruir e forjar provas.
Nossa tristeza é bastarda, mente que não tem pai e mãe e tampouco deseja ser adotada. O modo mais contundente de abandoná-la é não pensar. Mas pensamos, nos acusamos, nos processamos.
Cresce a piedade do que nem se ouviu. Destinamos toda a nossa generosidade para nos deserdar.
A humildade que surge da tristeza é falsa. Humildade não significa se rebaixar, e sim reconhecer nossa pequeneza. A pequeneza de aceitar que a alegria pode não ser nossa e ainda assim nos pertencer.
Texto de Fabrício Carpinejar [via Pavablog]
quarta-feira, maio 06, 2009
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Se você ainda tem o seu, ame-o, pois quando ele parti você verá o quanto ele estava certo em muito daquilo que lhe dizia.
Que falta faz um pai...
Se você ainda tem o seu, ame-o, pois quando ele parti você verá o quanto ele estava certo em muito daquilo que lhe dizia.
terça-feira, maio 05, 2009
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“Só aprendemos o valor da água quando o poço está vazio.”
(Thomas Fuller)
Diferentemente de nós, homens, que tendo algo em abundância agimos de maneira pródiga e inconseqüente, sem pensar nos efeitos de longo prazo, Deus não se dá ao luxo de desperdiçar coisa nenhuma, mesmo ELE sendo uma fonte inesgotável de energia.
Mas o que será que leva a natureza humana a agir dessa maneira, não era para ser diferente? Ora, se somos seres limitados deveríamos agir com mais responsabilidade, e acima de tudo com mais administração, a fim de otimizarmos os recursos.
Mas o que constatamos é uma tremenda falta de responsabilidade e desvalorização para com aquilo que temos recebido.
Veja, para atribuirmos valor a algo, este algo tem que ser útil e principalmente escasso. Quanto mais raro de se achar maior será o valor atribuído. Podemos tomar como exemplo as pérolas, o ouro e o petróleo, são coisas que não se acham em qualquer esquina, o que nos leva a atribuir valor para cada uma delas.
Com isso, percebe-se que o motivo que nos leva a negligenciarmos aquilo que temos recebido do alto, muitas vezes reside na percepção que temos de valor, tendo em vista que para nós só tem valor aquilo que é escasso.
Só que no Reino de Deus ocorre uma completa subversão e conversão de valores;
“E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e amor que há em Jesus Cristo.” (I Timóteo 1:14).
Deus nos entrega sua Graça de maneira abundante, subvertendo a referência que temos de valor! Mesmo sendo abundante, não temos o direito de desvalorizar a graça recebida do alto e nem de torná-la vã em nossa vida. (2 Coríntios 6;1).
Desvalorizar a Graça também implica em não cuidar da Criação. Pois ela (a Graça) esta presente em nosso cotidiano, para qualquer direção que olharmos iremos encontrá-la revelada na criação.
Com isso, adotaremos uma postura diferente para com os recursos naturais, que mesmo sendo abundantes em nosso planeta, estão fadados a acabarem graças à desgraça humana em desvalorizar o que é abundante.
Mas uma consciência iluminada pela graça, ensina a valorizar aquilo que temos em abundância. Nos leva a mirar no longo prazo, a pensar nas futuras gerações. Pois "um homem de valor pensa em si mesmo em último lugar" ( Friedrich Schiller).
Não espere o poço ficar vazio para então valorizar a água, é melhor perceber e atribuir valor na abundância do que na escassez.
Texto de Bruno Jardim
Valor
“Só aprendemos o valor da água quando o poço está vazio.”(Thomas Fuller)
Diferentemente de nós, homens, que tendo algo em abundância agimos de maneira pródiga e inconseqüente, sem pensar nos efeitos de longo prazo, Deus não se dá ao luxo de desperdiçar coisa nenhuma, mesmo ELE sendo uma fonte inesgotável de energia.
Mas o que será que leva a natureza humana a agir dessa maneira, não era para ser diferente? Ora, se somos seres limitados deveríamos agir com mais responsabilidade, e acima de tudo com mais administração, a fim de otimizarmos os recursos.
Mas o que constatamos é uma tremenda falta de responsabilidade e desvalorização para com aquilo que temos recebido.
Veja, para atribuirmos valor a algo, este algo tem que ser útil e principalmente escasso. Quanto mais raro de se achar maior será o valor atribuído. Podemos tomar como exemplo as pérolas, o ouro e o petróleo, são coisas que não se acham em qualquer esquina, o que nos leva a atribuir valor para cada uma delas.
Com isso, percebe-se que o motivo que nos leva a negligenciarmos aquilo que temos recebido do alto, muitas vezes reside na percepção que temos de valor, tendo em vista que para nós só tem valor aquilo que é escasso.
Só que no Reino de Deus ocorre uma completa subversão e conversão de valores;
“E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e amor que há em Jesus Cristo.” (I Timóteo 1:14).
Deus nos entrega sua Graça de maneira abundante, subvertendo a referência que temos de valor! Mesmo sendo abundante, não temos o direito de desvalorizar a graça recebida do alto e nem de torná-la vã em nossa vida. (2 Coríntios 6;1).
Desvalorizar a Graça também implica em não cuidar da Criação. Pois ela (a Graça) esta presente em nosso cotidiano, para qualquer direção que olharmos iremos encontrá-la revelada na criação.
Com isso, adotaremos uma postura diferente para com os recursos naturais, que mesmo sendo abundantes em nosso planeta, estão fadados a acabarem graças à desgraça humana em desvalorizar o que é abundante.
Mas uma consciência iluminada pela graça, ensina a valorizar aquilo que temos em abundância. Nos leva a mirar no longo prazo, a pensar nas futuras gerações. Pois "um homem de valor pensa em si mesmo em último lugar" ( Friedrich Schiller).
Não espere o poço ficar vazio para então valorizar a água, é melhor perceber e atribuir valor na abundância do que na escassez.
Texto de Bruno Jardim
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O que temos feito com o que Deus nos tem confiado?
domingo, maio 03, 2009
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Hoje às 9h. da manhã, a Missionária Catarina, esposa do nosso Missionário Sebastião, foi promovida à glória eterna.
Enquanto houver REINA, a memória desta santa mulher será prestigiada, pois reconhecemos que, à exemplo de Abel, sua contribuição para o Reino de Deus jamais perderá a eloqüência.
As missionárias reinistas jamais se esquecerão desta autêntica serva das servas do Senhor Jesus.
Missionária Catarina, uma guerreira reinista promovida à glória
Hoje às 9h. da manhã, a Missionária Catarina, esposa do nosso Missionário Sebastião, foi promovida à glória eterna.Missionária Catarina era uma verdadeira coluna em nosso ministério, mantendo-se fiel até nos momentos mais difíceis. Quando atravessávamos alguma situação delicada, ela sempre tinha uma palavra de ânimo para nos dar.
Ao lado de seu valoroso esposo, esteve à frente da REINA - Nova Campina por muitos anos, lutando bravamente pela fé e pela graça que nos foram confiadas.
Todo o Ministério da REINA se solidariza com a família e com os reinistas por essa irreparável perda. A REINA perde um dos seus mais importantes membros, mas os céus estão em festa por recebê-la.
Enquanto houver REINA, a memória desta santa mulher será prestigiada, pois reconhecemos que, à exemplo de Abel, sua contribuição para o Reino de Deus jamais perderá a eloqüência.A galeria dos heróis da fé foi enriquecida com a chegada de seu mais novo membro.
As missionárias reinistas jamais se esquecerão desta autêntica serva das servas do Senhor Jesus.
sábado, maio 02, 2009
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Espero em Deus não viver do passado
Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever e nasci para criar meus filhos. O "amar os outros" é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma, com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.
E nasci para escrever. A palavra é o meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era escrever. E não sei por que foi esta que eu segui. Talvez porque para as outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu tivesse a língua em meu poder. E, no entanto, cada vez que vou escrever é como se fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estréia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.
Quanto a meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma descendência e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão as asas para o vôo necessário, eu ficarei sozinha. É fatal, porque a gente não cria os filhos para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo o destino de todas as mulheres.
Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte, mas que pode me trair e me abandona: posso um dia sentir que já escrevi o que é o meu lote neste mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma garantia.
Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o mundo estivesse à minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.
Espero em Deus não viver do passado. Ter sempre o tempo presente e, mesmo ilusório, ter algo no futuro.
O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna. E depois morrer vai ser o final de alguma coisa fulgurante: morrer será um dos atos mais importantes de minha vida. Eu tenho medo de morrer: não sei que nebulosas e vias-lácteas me esperam. Quero morrer dando ênfase à vida e à morte.
Só peço uma coisa: na hora de morrer eu queria ter uma pessoa amada por mim ao meu lado para me segurar a mão. Então não terei medo, e estarei acompanhada quando atravessar a grande passagem.
Clarice Lispector, em A descoberta do mundo (Nova Fronteira).
Via Pavablog
E nasci para escrever. A palavra é o meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era escrever. E não sei por que foi esta que eu segui. Talvez porque para as outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu tivesse a língua em meu poder. E, no entanto, cada vez que vou escrever é como se fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estréia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.
Quanto a meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma descendência e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão as asas para o vôo necessário, eu ficarei sozinha. É fatal, porque a gente não cria os filhos para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo o destino de todas as mulheres.
Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte, mas que pode me trair e me abandona: posso um dia sentir que já escrevi o que é o meu lote neste mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma garantia.
Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o mundo estivesse à minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.
Espero em Deus não viver do passado. Ter sempre o tempo presente e, mesmo ilusório, ter algo no futuro.
O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna. E depois morrer vai ser o final de alguma coisa fulgurante: morrer será um dos atos mais importantes de minha vida. Eu tenho medo de morrer: não sei que nebulosas e vias-lácteas me esperam. Quero morrer dando ênfase à vida e à morte.
Só peço uma coisa: na hora de morrer eu queria ter uma pessoa amada por mim ao meu lado para me segurar a mão. Então não terei medo, e estarei acompanhada quando atravessar a grande passagem.
Clarice Lispector, em A descoberta do mundo (Nova Fronteira).
Via Pavablog
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sexta-feira, maio 01, 2009
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Sem a oração, nossa exegese pode ser impecável, nossa retórica pode ser magnética, mas ficaremos secos, vazios, ocos.
Qual a ligação entre a oração e a pregação? Por que uma pessoa como Martinho Lutero expressa como um axioma espiritual que “aquele que ora bem, aprendeu bem”? Por que E. M. Bounds, um grande pregador metodista e orador de um século atrás, disse: “O caráter da nossa oração determinará o caráter da nossa pregação. Orações simples geram pregações simples... Falar dos homens para Deus é algo incrível, mas falar de Deus para os homens é algo maior ainda?”
Em contato com Deus
A oração nos faz entrar em contato com Deus, o que causa a nossa aproximação com o Espírito. Proporciona-nos foco, unidade e propósito. Descobrimos serenidade, a firmeza inabalável de orientação da vida. A oração nos abre para o santuário subterrâneo da alma onde ouvimos a Kol Yahweh, a voz de Deus. Injeta fogo em nossas palavras e compaixão em nossos espíritos.
Preenche nossa caminhada e nossa fala com nova vida e luz. Começamos a viver as demandas do nosso dia-a-dia prostrados, em louvor e adoração.
Pessoas podem sentir esta vida do Espírito, mesmo sem saber exatamente o que sentem. Isto afeta o sentimento embutido nas nossas pregações. Pessoas podem discernir que nossa pregação não é um desempenho de trinta minutos, mas o resultado de uma vida. Sem a oração, nossa exegese pode ser impecável, nossa retórica pode ser magnética, mas ficaremos secos, vazios, ocos.
A Palavra nos diz que quando viram a pregação corajosa de Pedro e João, perceberam que eram homens que haviam estado com Jesus. Por quê? Porque tinham um sotaque da Galiléia? Talvez.
Mas provavelmente, porque agiam com um espírito novo de vida e autoridade que até seus inimigos percebiam. Da mesma forma acontece conosco. Se tivermos este espírito, as pessoas saberão. Se não temos, não há homilética que preencha este vazio.
Como é este tipo de oração? O que fazemos? Intercedemos por outros?
Talvez, mas primeiramente queremos desfrutar de sua presença. Estamos relaxando à luz de Cristo. Estamos adorando, louvando. Mais do que isso, estamos ouvindo. François Fenelon disse: “Cale-se e ouça a Deus. Permita que seu coração permaneça em um estado de preparação para que seu espírito imprima em você virtudes que irão agradar a Ele. Que tudo dentro de você ouça a Ele. Este silêncio, do mundo exterior, os afetos terrenos e os pensamentos humanos em nós são essenciais, se queremos ouvir sua voz”.
Some a estas palavras a observação sensível de Soren Kierkegaard: “Um homem orou e em princípio, pensou que a oração era falar. Mas ficou mais e mais calado, até no final compreender que a oração era ouvir”.
A oração envolve concentração, estar genuinamente presentes onde estamos, o que os mestres devocionais chamaram de “escuta centrada”.
Cultiva a gentil receptividade para o sopro divino. Não violentamos nossas faculdades mentais e racionais, mas ouvimos com mais do que apenas a mente, ouvimos com o espírito, o coração, todo o nosso ser. Como Maria, ponderamos estas questões em nosso coração. Talvez um exercício de meditação ilustre como praticarmos esta escuta centrada. Chamo de apenas “palmas acima, palmas abaixo”. Comece colocando as palmas para baixo como uma indicação simbólica de seu desejo de entregar todas as preocupações a Deus. Internamente, você pode orar: “Senhor, entrego a Ti a raiva que sinto pelo John. Entrego o medo que sinto de ir à consulta do dentista nesta manhã. Entrego minha ansiedade de não ter dinheiro suficiente para pagar as contas neste mês. Entrego minha frustração por não conseguir encontrar uma babá para as crianças nesta noite”. Qualquer que seja o peso que está em sua mente, diga apenas “palmas para baixo”.
Libere estas questões. Você pode até sentir uma sensação de alívio ao liberar estas coisas de suas mãos.
Após diversos momentos de entrega, vire as palmas para cima como símbolo do seu desejo de receber de Deus. Talvez você vá orar em silêncio: “Deus, gostaria de receber seu amor divino pelo John, sua paz acerca da consulta do dentista, paciência, alegria”. Diga o que precisa: “palmas acima”. Após estar centrado, gaste os próximos momentos em completo silêncio.
Não há necessidade de pressa. Não há necessidade de palavras, pois como você e Deus são bons amigos, estão felizes só de estarem um com o outro, aproveitando a presença e companhia. Conforme nos acostumamos com sua companhia, aos poucos, quase de forma imperceptível, milagres acontecem dentro de nós. A confusão que caracterizava nossa vida é substituída pela serenidade e vigor. Sem qualquer indício de contradição, nos tornamos fortes com nossas questões e sensíveis com as pessoas. Autoridade e compaixão tornam-se gêmeas e se infiltram em nossa pregação. A oração permeia tudo em nós. Traz vida, força e as pessoas perceberão.
Em contato com as pessoas
Alguns dos momentos mais ricos do meu ministério pastoral aconteceram quando eu adentrava o santuário durante a semana e andava por entre os bancos, orando pelas pessoas que se assentavam lá a cada domingo. As pessoas tendem a se assentar nos mesmos bancos semana após semana, portanto eu os visualizava e os entregava à luz de Cristo. Orava pelos sermões na sexta, aqueles que eu pregaria no domingo.
Orar pelas pessoas, por suas dores, medos e ansiedades faz algo dentro de você. Isto o coloca próximo das pessoas, de uma forma profunda e íntima. Através da oração, as pessoas tornam-se nossas amigas em uma nova dimensão.
Em nossa congregação no Oregon, havia um garoto que foi submetido a duas cirurgias no cérebro. Os períodos de oração que dividimos durante aquelas seis semanas, criaram entre nós um vínculo de aço. Duas vezes fiquei no hospital com seus pais durante um dia inteiro, esperando para saber se Davey viveria ou não. Davey tinha apenas cinco anos e era portador da Síndrome de Down, mas o valorizava como um de meus amigos mais próximos. E ele me ouvia pregar. Não ficava na escola dominical com as crianças, sentava-se no banco da igreja, atento e faminto por me ouvir pregar. Não sei se ele entendeu alguma palavra do que eu disse, mas eu pregava com o coração alegre por saber que Davey estava ali ouvindo. Se orarmos com as pessoas, realmente orarmos com eles, eles ouvirão nossos sermões porque sabem que nós os amamos.
Pessoas podem nos tocar
A oração nos coloca em contato com as pessoas. Quero que as pessoas saibam que elas precisam orar por mim. Quero que as pessoas entrem em minha sala e orem por mim. Não quero que sintam que a única vez em que devem me procurar é quando têm uma necessidade, um problema. Quero que venham quando as coisas estão bem. Digo a eles que amo quando eles se aproximam e oram por mim. São necessários apenas alguns minutos, mas isto permite que eles sintam que podem contar comigo e que eu necessito da ajuda deles.
Obviamente, em alguns momentos não devemos ser interrompidos, mas existem outros momentos em que as pessoas precisam saber que nos alegramos com sua presença e oração.
Pessoas precisam perceber nossa confiança e espírito de autoridade, mas também precisam nos conhecer em nossos medos e fragilidades. Precisam saber que também sentimos dor. Que precisamos de sua ajuda. A religião do “nariz empinado” não é o caminho de Cristo. Nosso Senhor sabia como chorar. Em seu momento de maior luta, buscou conforto e apoio dos três e só então foi para a noite de agonia. Muitas vezes nossa religião do “nariz empinado” não é sinal de piedade e sim de arrogância.
Além disso, é importante ajudar as pessoas a compreender o ministério de oração por nós e nossos cultos. Eu me encontrava todos os domingos às oito da manhã com todos que ministrariam o culto e dizia a eles que talvez a maior ministração que eles realizariam naquela manhã, seria orar pelas pessoas. Eles estavam em posição privilegiada e de destaque: podiam enxergar aqueles que pareciam estar sobrecarregados, machucados ou nervosos. Poderiam orar por eles, poderiam orar por mim.
Muitas vezes pedi a pessoas que ficassem sentadas no púlpito apenas para orar. Um querido irmão se assentava no púlpito durante ambos os cultos, todos os domingos, cobrindo as pessoas em oração, orando para que o poder de Cristo os conquistasse, orando para que a verdade prevalecesse. Quando você sabe que alguém está fazendo isso, você pode pregar com tranqüilidade.
A oração é uma disciplina essencial para a pregação, pois nos coloca em contato com Deus, com as pessoas e ajuda que estas pessoas entrem em contato conosco. Como disse John Wesley: “Dai-me cem pregadores que nada temam senão o pecado, e nada desejem senão a Deus, e não me importaria se fossem clérigos ou leigos. Com eles, eu sacudiria as portas do inferno e estabeleceria o Reino de Deus na terra”. Deus faz, responde as orações.
Por Richard Foster, via Cristianismo Hoje
Como a oração fortalece a pregação
Sem a oração, nossa exegese pode ser impecável, nossa retórica pode ser magnética, mas ficaremos secos, vazios, ocos.Qual a ligação entre a oração e a pregação? Por que uma pessoa como Martinho Lutero expressa como um axioma espiritual que “aquele que ora bem, aprendeu bem”? Por que E. M. Bounds, um grande pregador metodista e orador de um século atrás, disse: “O caráter da nossa oração determinará o caráter da nossa pregação. Orações simples geram pregações simples... Falar dos homens para Deus é algo incrível, mas falar de Deus para os homens é algo maior ainda?”
Em contato com Deus
A oração nos faz entrar em contato com Deus, o que causa a nossa aproximação com o Espírito. Proporciona-nos foco, unidade e propósito. Descobrimos serenidade, a firmeza inabalável de orientação da vida. A oração nos abre para o santuário subterrâneo da alma onde ouvimos a Kol Yahweh, a voz de Deus. Injeta fogo em nossas palavras e compaixão em nossos espíritos.
Preenche nossa caminhada e nossa fala com nova vida e luz. Começamos a viver as demandas do nosso dia-a-dia prostrados, em louvor e adoração.
Pessoas podem sentir esta vida do Espírito, mesmo sem saber exatamente o que sentem. Isto afeta o sentimento embutido nas nossas pregações. Pessoas podem discernir que nossa pregação não é um desempenho de trinta minutos, mas o resultado de uma vida. Sem a oração, nossa exegese pode ser impecável, nossa retórica pode ser magnética, mas ficaremos secos, vazios, ocos.
A Palavra nos diz que quando viram a pregação corajosa de Pedro e João, perceberam que eram homens que haviam estado com Jesus. Por quê? Porque tinham um sotaque da Galiléia? Talvez.
Mas provavelmente, porque agiam com um espírito novo de vida e autoridade que até seus inimigos percebiam. Da mesma forma acontece conosco. Se tivermos este espírito, as pessoas saberão. Se não temos, não há homilética que preencha este vazio.
Como é este tipo de oração? O que fazemos? Intercedemos por outros?
Talvez, mas primeiramente queremos desfrutar de sua presença. Estamos relaxando à luz de Cristo. Estamos adorando, louvando. Mais do que isso, estamos ouvindo. François Fenelon disse: “Cale-se e ouça a Deus. Permita que seu coração permaneça em um estado de preparação para que seu espírito imprima em você virtudes que irão agradar a Ele. Que tudo dentro de você ouça a Ele. Este silêncio, do mundo exterior, os afetos terrenos e os pensamentos humanos em nós são essenciais, se queremos ouvir sua voz”.
Some a estas palavras a observação sensível de Soren Kierkegaard: “Um homem orou e em princípio, pensou que a oração era falar. Mas ficou mais e mais calado, até no final compreender que a oração era ouvir”.
A oração envolve concentração, estar genuinamente presentes onde estamos, o que os mestres devocionais chamaram de “escuta centrada”.
Cultiva a gentil receptividade para o sopro divino. Não violentamos nossas faculdades mentais e racionais, mas ouvimos com mais do que apenas a mente, ouvimos com o espírito, o coração, todo o nosso ser. Como Maria, ponderamos estas questões em nosso coração. Talvez um exercício de meditação ilustre como praticarmos esta escuta centrada. Chamo de apenas “palmas acima, palmas abaixo”. Comece colocando as palmas para baixo como uma indicação simbólica de seu desejo de entregar todas as preocupações a Deus. Internamente, você pode orar: “Senhor, entrego a Ti a raiva que sinto pelo John. Entrego o medo que sinto de ir à consulta do dentista nesta manhã. Entrego minha ansiedade de não ter dinheiro suficiente para pagar as contas neste mês. Entrego minha frustração por não conseguir encontrar uma babá para as crianças nesta noite”. Qualquer que seja o peso que está em sua mente, diga apenas “palmas para baixo”.
Libere estas questões. Você pode até sentir uma sensação de alívio ao liberar estas coisas de suas mãos.
Após diversos momentos de entrega, vire as palmas para cima como símbolo do seu desejo de receber de Deus. Talvez você vá orar em silêncio: “Deus, gostaria de receber seu amor divino pelo John, sua paz acerca da consulta do dentista, paciência, alegria”. Diga o que precisa: “palmas acima”. Após estar centrado, gaste os próximos momentos em completo silêncio.
Não há necessidade de pressa. Não há necessidade de palavras, pois como você e Deus são bons amigos, estão felizes só de estarem um com o outro, aproveitando a presença e companhia. Conforme nos acostumamos com sua companhia, aos poucos, quase de forma imperceptível, milagres acontecem dentro de nós. A confusão que caracterizava nossa vida é substituída pela serenidade e vigor. Sem qualquer indício de contradição, nos tornamos fortes com nossas questões e sensíveis com as pessoas. Autoridade e compaixão tornam-se gêmeas e se infiltram em nossa pregação. A oração permeia tudo em nós. Traz vida, força e as pessoas perceberão.
Em contato com as pessoas
Alguns dos momentos mais ricos do meu ministério pastoral aconteceram quando eu adentrava o santuário durante a semana e andava por entre os bancos, orando pelas pessoas que se assentavam lá a cada domingo. As pessoas tendem a se assentar nos mesmos bancos semana após semana, portanto eu os visualizava e os entregava à luz de Cristo. Orava pelos sermões na sexta, aqueles que eu pregaria no domingo.
Orar pelas pessoas, por suas dores, medos e ansiedades faz algo dentro de você. Isto o coloca próximo das pessoas, de uma forma profunda e íntima. Através da oração, as pessoas tornam-se nossas amigas em uma nova dimensão.
Em nossa congregação no Oregon, havia um garoto que foi submetido a duas cirurgias no cérebro. Os períodos de oração que dividimos durante aquelas seis semanas, criaram entre nós um vínculo de aço. Duas vezes fiquei no hospital com seus pais durante um dia inteiro, esperando para saber se Davey viveria ou não. Davey tinha apenas cinco anos e era portador da Síndrome de Down, mas o valorizava como um de meus amigos mais próximos. E ele me ouvia pregar. Não ficava na escola dominical com as crianças, sentava-se no banco da igreja, atento e faminto por me ouvir pregar. Não sei se ele entendeu alguma palavra do que eu disse, mas eu pregava com o coração alegre por saber que Davey estava ali ouvindo. Se orarmos com as pessoas, realmente orarmos com eles, eles ouvirão nossos sermões porque sabem que nós os amamos.
Pessoas podem nos tocar
A oração nos coloca em contato com as pessoas. Quero que as pessoas saibam que elas precisam orar por mim. Quero que as pessoas entrem em minha sala e orem por mim. Não quero que sintam que a única vez em que devem me procurar é quando têm uma necessidade, um problema. Quero que venham quando as coisas estão bem. Digo a eles que amo quando eles se aproximam e oram por mim. São necessários apenas alguns minutos, mas isto permite que eles sintam que podem contar comigo e que eu necessito da ajuda deles.
Obviamente, em alguns momentos não devemos ser interrompidos, mas existem outros momentos em que as pessoas precisam saber que nos alegramos com sua presença e oração.
Pessoas precisam perceber nossa confiança e espírito de autoridade, mas também precisam nos conhecer em nossos medos e fragilidades. Precisam saber que também sentimos dor. Que precisamos de sua ajuda. A religião do “nariz empinado” não é o caminho de Cristo. Nosso Senhor sabia como chorar. Em seu momento de maior luta, buscou conforto e apoio dos três e só então foi para a noite de agonia. Muitas vezes nossa religião do “nariz empinado” não é sinal de piedade e sim de arrogância.
Além disso, é importante ajudar as pessoas a compreender o ministério de oração por nós e nossos cultos. Eu me encontrava todos os domingos às oito da manhã com todos que ministrariam o culto e dizia a eles que talvez a maior ministração que eles realizariam naquela manhã, seria orar pelas pessoas. Eles estavam em posição privilegiada e de destaque: podiam enxergar aqueles que pareciam estar sobrecarregados, machucados ou nervosos. Poderiam orar por eles, poderiam orar por mim.
Muitas vezes pedi a pessoas que ficassem sentadas no púlpito apenas para orar. Um querido irmão se assentava no púlpito durante ambos os cultos, todos os domingos, cobrindo as pessoas em oração, orando para que o poder de Cristo os conquistasse, orando para que a verdade prevalecesse. Quando você sabe que alguém está fazendo isso, você pode pregar com tranqüilidade.
A oração é uma disciplina essencial para a pregação, pois nos coloca em contato com Deus, com as pessoas e ajuda que estas pessoas entrem em contato conosco. Como disse John Wesley: “Dai-me cem pregadores que nada temam senão o pecado, e nada desejem senão a Deus, e não me importaria se fossem clérigos ou leigos. Com eles, eu sacudiria as portas do inferno e estabeleceria o Reino de Deus na terra”. Deus faz, responde as orações.
Por Richard Foster, via Cristianismo Hoje
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