quarta-feira, dezembro 16, 2009

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Tânia, meu amor sem fim



Esta era a nossa canção de amor. Quantas vezes eu a cantava sentado na cozinha, com o violão, enquanto ela preparava a janta de seu pai. Eu a ficava admirando por sua beleza, ternura e amor.

Vinte anos se passaram, e ainda a amo tanto quanto na primeira vez que a vi. Apaixonei-me pelos seus olhos graúdos, seu nariz arrebitado, sua voz, seu jeito tímido. Pra quem não acredita em amor a primeira vista, eu sou uma testemunha de que ele existe. Fui flechado pelas setas embebecidas do cupido.

Um comentário:

  1. Bispo, linda a declaração de amor q o senhor fez, poxa, estou tão feliz, sou romântica e adoro essas coisas, que Deus abençõe a vcs dois e que esse amor dure eternamente, é de coração, bispo, não é inveja e nem olho de seca pimenteira "eu sempre quis uma amor assim" rsrsrsrs...amo vcs e que Deus abençõe a todos...um abraço!!!!!

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